Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

8 hábitos de projeto de arquitetos de sucesso


Um vídeo bem interessante em que um arquiteto fala sobre 8 hábitos que usa ao projetar casas. Comecei a ver por curiosidade e achei relevante trazer para vocês aqui no blog.

Fiz um rápido resumo do que seriam esses 8 hábitos, mas sugiro que vejam todo o vídeo. 

1- Contar uma história. Uma imagem bem bacana sobre a compilação que o arquiteto faz e que resulta no partido. Uma narrativa, uma história do que se pretende, é bem isso mesmo.

2- Correr riscos ao propor algo novo. Repensar novas soluções e uma nova visão inclusive para velhos problemas.

3- Suar nos detalhes. Boa dica. Nos detalhes se revela a poesia das soluções. Não economizar neles para que o projeto seja muito próximo da narrativa inicial. 

4- Simplificar o desnecessário para que o necessário sobressaia. (Adorei isso)

5- Estabelecer ordem. Decidir a hierarquia de importância das e nas soluções. 

6- Repetir, repetir, repetir. Unificar uma proposta usando repetições de padrões.

7- Quebrar regras. E principalmente decidir onde elas serão quebradas

8- Projetar pensando em todos os sentidos do cliente

Não é receita de bolo, isso não existe. É experiência de um arquiteto compartilhada e que me pareceu bem relevante. Pode e deve ser questionada. Pode e deve ser analisada. O que acharam?



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