MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Papos de Snap - Filosofia e desenho na arquitetura

Já falei para vocês que ando me aventurando no snapchat. Uma para tirar o meu receio de gravar vídeos. Sou daquelas pessoas que funcionam melhor escrevendo que falando. E definitivamente me sinto mais à vontade dirigindo que na frente nas câmeras. Mas como o snap é tipo jogo rápido, sem muita produção, ando dando uns pitacos por lá. 

Resolvi então salvar alguns e mandar para meu canal do you tube porque acho que valem o debate. O papo de snap que começo hoje fala de dois assuntos que me instigam no afazer arquitetônico.

O primeiro é baseado em uma dica de livro que dei hoje por lá: Filosofia e Arquitetura. E mais uma vez repiso aqui a minha visão de que a Filosofia é uma matéria fundamental na formação de qualquer pessoa. E como profissional de arquitetura mais ainda. É fundamental que as ciências, e a arquitetura o é, seja dominada em suas técnicas. Para isso existe a formação acadêmica. Mas a técnica nada é sem o questionamento do para quê. Do por quê. Do para quem. De todos os questionamentos que fortalecem o conceito de uma obra e que a fazem coerente com a visão do profissional que a concebe.

O segundo deriva do primeiro e é resultado também da análise dos snaps que tenho acompanhado de alguns colegas e dos intensos debates em redes sociais sobre a representação gráfica na arquitetura. Nos snaps tenho notado que muitos jovens arquitetos têm valorizado o desenho a mão para a apresentação ao cliente. Achei deveras interessante. Eu não o uso mais. Acho que me acostumei a gerar as soluções em 3D para uma melhor visualização. Cada um com o seu processo. 

Mas seja a mão ou em meios digitais, tenho claro que a representação gráfica é sempre uma ferramenta. Importante ferramenta, mas não acima do projeto. E não, o projeto não é apenas planta, por mais bonita que seja feita. Assim como não é uma maquete. Projeto é um conjunto de soluções que estão expressos em desenhos e/ou maquetes. 

E vocês? O que acham? Venham me acompanhar nos meus papos de snap também ( arqsteinleitao) e deixem nos comentários os seus snaps para que eu possa segui-los também.



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