Talvez por isso, essas fotos que reúnem mostras de afeto dentro de nossas casas tenham me tocado tanto.
E hoje, ao acordar me deparei com duas publicações no Face que me fizeram sorrir. Uma foto do DecoraCasa da Flávia Ferrari com um mural de fotos, justo o tema que ia começar a escrever. E outra de um projeto lindo da Talita Ribeiro, o Projeto Cartas para o Futuro. Eu já me dispus a participar e recomendo MUITO a leitura do texto.
Cada vez mais me convenço que as redes sociais são um caminho lindo para conhecer pessoas e fazer coisas boas juntos. Elas são como a vida, tem coisas boas, tem as ruins, cabe a nós a escolha.
Formar redes de afeto, expo-los de forma bonita! Saibamos criar laços que sempre nos fortaleçam nas horas em que mais precisemos. Saibamos dar de nós, seja em forma de palavras, de gestos, de atos concretos. Que os nossos talentos sirvam para além de nossa sobrevivência, que sirvam de alento e motivação para que mais pessoas possam realizar os seus.
E que lindo ter em casa murais de afeto. Lembranças de momentos lindos de vida, de pessoas que nos fazem bem. Murais com os desenhos de nossos filhos, netos. Esses dias fui atrás da minha certidão de nascimento, e na pasta de meu pai onde ela se encontra, estão desenhos que fiz desde muito pequena. As cartas que mandei, os recortes de jornal com noticias e coisas que escrevi. Uma pasta de afetos! Fiz uma viagem no tempo e fortaleci os laços imensos que nos unem. Hoje é minha vez de ter força e retribuir, um pouco, esse imenso amor e carinho que me formou.
Não apenas murais em paredes formam esses murais de afeto. É abrir um livro e ver uma dedicatória, é achar um cartão de carinho escondido nas páginas. É gostar mais do cartão que do presente de aniversário. É se doar.
Murais de afeto são parte preponderante de nossas vidas. É o amor interno e externo que nos impulsiona. É o combustível que nos abastece. E com a vantagem de ser aumentado a medida que se distribui.
Essa postagem era para ser como colocar fotos nas paredes. Mudou no meio do caminho. Talvez fosse esse o seu verdadeiro destino. A Arquitetura, seja interna ou externa, não existe por si só. Ela só tem sentido se despertar emoção. Se for útil. Se servir para que vivamos melhor.
Fotos: Pinterest e Google
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