MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Eu gosto quando você se vai

Melancólica acordei hoje. Noite mal dormida. Noites em série mal dormidas. Um aperto no peito. E eis que zapeando pelas webs da vida encontrei esse vídeo que me faz sentir uma ternura tão grande! Ele é simples, não tem aparatos tecnológicos, não tem efeitos especiais. Tem delicadeza. Talvez esteja sentindo falta dela em minha vida. É sobre uma música. 

Please come back to me darling
I get restless when you’re not around.
I made a noise with a frying pan but
There was no one to receive my sound

But that said, that said, i like it when you’re gone.
That said, that said, i like when you’re gone.

Took your route to the postbox even though i’m not convinced its the best way.
Had a nap under some lonely tree as the sun kissed the day.

But that said, that said, i like it when you’re gone.
That said, that said, i like when you’re gone.

People talked some nonsense and i listened with blurry eyes.
It wasn’t as cool as your nonsense and it wasn’t under your skies.

But that said, that said, i like it when you’re gone.
That said, that said, i like when you’re gone.


By Tom Rosenthal

I Like It When You're Gone from Rosanna Wan on Vimeo.

Nesses dias de tanto sectarismo e verdades insofismáveis defendidas com paixão e desespero, me pego pensando onde andará o bom senso. Já vivi bastante para saber que ideias extremadas, sejam lá de que matizes forem, não são eternas. E não, a história não acabou. Ela é feita dia a dia, pelas nossas escolhas, pelos nossos atos. E até mais pelos nossos atos que pelas nossas palavras.

Aprender a deixar sair. Dar liberdade para que as pessoas cresçam pelos seus caminhos. Aprender a respeitar a diversidade do outro. Sua maneira única de ver a verdade. A dele, não a nossa. Não impor, não julgar, no máximo talvez selecionar. Ou não. 

E se alguém se vai, em busca de sua vida, de seu sonho, de sua necessidade ali e agora, que bom para ele/ela. Aprender a deixar sair. 

E aprender que a melancolia é sempre uma forma de adeus revestida de tristeza e aceitação.
   

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