MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Ideias para o forro

Pois é, quem disse que o forro tem que ser sempre branco? Principalmente nos quartos? A gente passa um tempo considerável olhando para cima e bem que merece ver alguma coisa interessante, não é verdade?

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Talvez um céu estrelado, se a gente não pode dormir embaixo de um de verdade, sempre dá para colocar estrelas no forro. Podem ser pintadas, podem ser adesivadas. Podem ser douradas, prateadas ou fosfóricas. O importante é que façam sonhar.

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Mas mesmo forros brancos podem ser incrementados com detalhes. Na foto vemos uma estrutura em madeira que deve servir de apoio para um mezanino. Mas nada impede que se aplique essas peças para dar mais movimento a um forro tão liso ou mesmo cheio de rugosidades.

Mas se o usuário do quarto for alguém mais tecnológico, que tal uma tela imensa sobre a cama?
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Arq. Elenara Stein Leitão
Ideias existem, eu mesma já as usei mais na época em que havia uma demanda por pinturas especiais nos forros. Se usavam céus, nuvens, efeitos marmorizados. Essas práticas foram sendo deixadas de lado com os ambientes mais retos e mais limpos. Os móveis perderam seus apliques em madeiras maciças, seus arredondados, seus detalhes mais rebuscados. Os forros e sancas de gesso idem. Tudo se tornou mais retilíneo. 

Creio que isso teve muito a ver com a produção e maior economia de trabalho. E também com os desenhos a CAD. Blocos prontos, modulação ajustada e tudo se resolve em muito menos tempo.  
Arq. Elenara Stein Leitão
Mas também perde-se um pouco da poesia barroca do personalizar espaços. Muitas casas hoje parecem sempre tão iguais. Talvez seja a hora de retomar o olhar para as alturas e deixar nossos forros mais divertidos. 

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