Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Tecnologia de demolição gera sua energia

Embora considere a precoce demolição de muitos prédios um grandes desperdício de recursos, percebo que para a economia investidora muitas vezes essa é a alternativa mais econômica para renovar seus investimentos.

O colega Oscar Muller mais uma vez me deu essa dica de como uma empresa japonesa está uma nova tecnologia para demolir arranha-céus. Para nós, que nos acostumamos a espetaculares implosões, parece surreal que um enorme prédio possa ser demolido andar por andar. Pois a Taisei Corporation desenvolveu uma tecnologia chamada de Tecorep, usada para "diminuir"prédios de grande altura. Eles sugerem que usar essa técnica em edifícios de mais de 100 metros é natural e ecológica.






Fonte
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Eles começam retirando tudo de dentro do edifício, incluindo revestimentos. Teoricamente isso tudo pode ser reaproveitado. Usando guindastes que geram energia elétrica com o seu movimento, eles vão removendo a estrutura andar a andar, com um redução da emissão de carbono da ordem de 85 por cento. Ou seja, é limpo, reutiliza o que sai do prédio, não causa barulho nem sujeira como uma implosão e quase poderia passar desapercebido na vizinhança, como se vê em um dos videos abaixo. Além de gerar sua própria energia!  
Veja AQUI uma apresentação do sistema em um congresso.   
Leia mais AQUI sobre esse processo

Fonte do video - BBC Brasil 

Japoneses criam técnica de demolição que 'encolhe' prédios

Fonte : Luis Nassif

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