Quedas: O problema pode não ser só o ambiente.

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Uma queda costuma durar segundos. Às vezes, basta um tropeço. Em outras, um piso escorregadio, uma calçada irregular ou uma iluminação insuficiente mudam completamente a rotina de uma pessoa. Depois da queda, podem surgir a cirurgia, a fisioterapia e, muitas vezes, um medo silencioso que acaba por limitar a vida mais do que a própria fratura. Durante muito tempo, nos acostumamos a ouvir que cair faz parte da idade. Mas pesquisas mais recentes nos mostram outra realidade. A maioria das quedas pode ser evitada quando entendemos que elas são resultado da combinação entre as condições de saúde da pessoa e o ambiente onde ela vive. Nos primeiros quatro meses de 2025, cerca de 62 mil brasileiros com 60 anos ou mais foram internados em decorrência de quedas. Em 2024, o país registrou mais de 344 mil atendimentos e hospitalizações relacionados a esse problema e mais de 13 mil mortes. Os números impressionam, o  medo de cair (ptofobia) é, de fato, uma das variáveis psicológicas mais estudad...

Comer, beber - e não desperdiçar


Sábado, dia preguiçoso, blogueira cansada. Um número infindo de pautas para desenvolver mas cadê cabeça? Sábado pelas manhãs sempre foi o meu dia de ficar ao leo. Ficar ao leo é ficar sem fazer nada que não seja puramente sentido como prazeroso. Já não tenho esse luxo hoje em dia, de ficar somente para mim mesma. Mas navegar chega um pouco perto disso. E reunindo prazer, sábado e a lembrança de boa comida, olhem o que achei!


Duas propostas lúdicas de uso de resíduos de comer e beber. 

Bancos feitos de rolhas

Já tinha visto um monte de aproveitamento delas, mas esse ambiente, essa garrafa de vinho branco, essa pedra e esses bancos de rolhas me lembraram vinhedos, me lembraram alguma coisa meia francesa, uma coisa leve...

Entenderam, não é mesmo? 




Não sei se é prático, não sei se funciona, mas como imagem é emblemático.

E nem tudo na vida é meramente funcional...principalmente aos sábados...



E outra proposta, talvez não tão bela, mas instigante, foram essas mesas do Stúdio polonês  Rygalik. Pode ser vista AQUI. Sua inspiração foi uma pesquisa austriaca sobre a comida jogada fora em Viena que podria alimentar metade da população de Graz. 

Vendo assim, reaproveitadas em peças, temos uma outra dimensão do consumo de alimentos. Eles nunca devem ser desperdiçados, se não nos agradam, podem matar a fome de outras pessoas. Gestos simples como não jogar fora o que pode ser aproveitado e não se servir além da conta, podem não resolver a fome no mundo, mas são um belo exemplo pessoal que pode gerar mais e mais atitudes parecidas.

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