8 Tiny cabanas para inspirar sua alma

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Na esteira das mudanças de anseios pelas quais passa a humanidade, vemos o incremento das chamadas " tiny houses ". Tiny vem do inglês muito pequeno, e assim foram batizaram casas ou cabanas com pouquíssimo espaço e muito aproveitamento. Seja para casas de veraneio, espaço de trabalho ou mesmo para residir, a experiência de viver apenas com o indispensável, parece ser das tendências mais interessantes dos tempos atuais. Até porque contrapõem de maneira bastante enfática toda uma sociedade de excessos em consumo e usos. Separei aqui 8 exemplos de tiny cabanas que são altamente inspiradoras para alimentar essa ideia de forma prática. Muitas delas são vendidas como forma pré-fabricada.  A primeira delas é  aVOID . Com 8 metros quadrados, o jovem arquiteto Leonardo di Chiara projetou uma pequena casa, inspirada em barcos de sua infância.   Pode ser acoplada a um trailer e, por meio de dobragens consegue múltiplas possibilidades de uso. E ainda conta com um mirante/janela na parte

Sustentabilidade é ATITUDE

Foto e Arte - Elenara Stein Leitão
Esses dias recebi um aviso de um encontro sobre sustentabilidade, ou melhor, educação para a sustentabilidade cujas palestras podiam ser ouvidas e comentadas via internet. Fiquei trabalhando e escutando. E pincei algumas ideias básicas que me chamaram a atenção. Desculpem se não consegui pegar o nome dos palestrantes, mas o evento era o II Encontro de Educação para a Sustentabilidade (também não consegui achar o link).


Em suma o que me chamou a atenção foi o que falaram sobre os desafios da implementação da PRÁTICA da sustentabilidade e onde isso é falho. Sim, porque teoria é muito bonito, quase todos sabem um pouco...mas e na hora de colocar em prática ? 


Ideia 1 - É preciso ter uma abordagem sistêmica ao mostrar e falar do problema. Bonito. E o que isso quer dizer ? Para mim quer dizer que preciso mostrar com dados e pé no chão o que significa não ser sustentável, o que acarreta de perdas e custos ( e isso é muito importante, principalmente para gestores, sejam públicos ou privados). E em todas as áreas de conhecimento e vida. Não basta  mostrar que o verde diminui, que os rios morrem, mas também que os sistemas sociais se deterioram, as doenças se instalam, as neuroses idem, a economia sofre, as populações se revoltam...


Ideia 2- Mostrar a complexidade do problema. Ideia 1 e Ideia 2 são interligadas, são entremeadas. E sensibilizar para a sustentabilidade vai depender bastante de como elas são abordadas.


Ideia 3. Fundamental. Mostrar que não existe receita de bolo. Não existe um roteiro pronto e perfeito para resolver problemas, eles devem ser analisados caso a caso. Se mostram soluções vitoriosas e se analisa o roteiro de como elas foram geridas e  implementadas. Ou seja, entender o conceito é mais importante que ter um manualzinho pronto.


Ideia 4: Romper as barreiras entre as áreas de conhecimento. Quebrar as zonas de conforto de saberes....Isso é complicado. Cada qual tende a buscar soluções dentro da sua área. Eu, como arquiteta, tendo a ver soluções espaciais. E o que é pior, muitas vezes muito focadas. E na maior parte das vezes, boas soluções vem de pensamentos mais amplos, com abordagens mais sistêmicas (viu o valor da Ideia 1 ?)


E para completar: o grande GAP da coisa : uma questão de ATITUDE. Na maior parte das vezes é complicado passar sobre valores pré estabelecidos (por melhores que sejam) para gerar mudanças de comportamento.


Essas observações são todas minhas sobre as ideias que me ficaram da palestra. Se alguém tiver outra visão, ou quiser  complementar o debate, estamos abertos a entender como se processa essa questão da educação para a sustentabilidade que tanto falamos.      

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