Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Seu poema me lembrou de um dos contos da Clarice Lispector que eu mais adoro... Acho que a Ângela Pralini sabe como é isso...
ResponderExcluirAqui o link: http://www.brazzil.com/pages/shooct99.htm
Abraço,
Cíntia
Não conhecia esse conto....muito obrigada Cíntia por me fazer ler - e chorar de emoção - com ele. E reencontrar a Clarice que tanto me fazia sentir. "Sou orgânica"....adorei teu comentário, de coração. Beijos
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