Pai, construtor de sonhos


Com meu pai aprendi a construir sonhos. De pequena eram de areia, esculpidos com maestria na praia, mistos bem dosados de água e areia. Depois foram se transformando em histórias contadas, imaginação aguçada. Aprendi que sonhos se constroem de atos feitos com amor.

Construímos casas concretas depois que me formei, mas nenhuma tão mágica como os castelos de areia que ele moldou em meu coração. 

Pela vida afora sempre levo um pouco dele com mim. E hoje me sinto duplamente abençoada por tê-lo comigo nos seus 89 anos de vida bem vivida, resumidas numa frase: Sou um homem feliz.



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