8 Tiny cabanas para inspirar sua alma

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Na esteira das mudanças de anseios pelas quais passa a humanidade, vemos o incremento das chamadas " tiny houses ". Tiny vem do inglês muito pequeno, e assim foram batizaram casas ou cabanas com pouquíssimo espaço e muito aproveitamento. Seja para casas de veraneio, espaço de trabalho ou mesmo para residir, a experiência de viver apenas com o indispensável, parece ser das tendências mais interessantes dos tempos atuais. Até porque contrapõem de maneira bastante enfática toda uma sociedade de excessos em consumo e usos. Separei aqui 8 exemplos de tiny cabanas que são altamente inspiradoras para alimentar essa ideia de forma prática. Muitas delas são vendidas como forma pré-fabricada.  A primeira delas é  aVOID . Com 8 metros quadrados, o jovem arquiteto Leonardo di Chiara projetou uma pequena casa, inspirada em barcos de sua infância.   Pode ser acoplada a um trailer e, por meio de dobragens consegue múltiplas possibilidades de uso. E ainda conta com um mirante/janela na parte

Rafi Segal - "The Politics of Israeli Architecture"

“Uma vez que a conexão entre arquitetos e política fica visível, e o fator político que guia o projeto é revelado, então as perguntas qual política? política de quem? e quais as suas implicações? ficam mais importantes. Para o bem e para o mal, porque, é inevitável, essas questões precisam se tornar do discurso arquitetônico, senão a arquitetura perde seu valor cultural, tornando-se simplesmente uma técnica, uma profissão de consultor, que trabalha só quando contratado, limitado apenas pelo orçamento e pelo capricho do cliente”. Rafi Segal - arquiteto israelense, autor de Civilian Occupation - The Politics of Israeli Architecture .
Trecho da entrevista concedida à revista AU (www.piniweb.com) n.126 de setembro de 2004.
O autor, juntamente com Eyal Weizman, realizou uma pesquisa sobre a arquitetura dos assentamentos israelenses e o seu papel no conflito do Oriente Médio. Essa pesquisa, que havia sido selecionada para representar Israel no UIA em Berlim 2004, acabou sendo censurada e resultou no livro citado acima.
A arquitetura não é uma arte isolada do cotidiano, como, aliás, não o é nenhuma espécie de arte. Mas a arquitetura, pelo seu caráter utilitário, deveria ter como meta o bem estar humano, promovendo a qualidade de vida e não ajudando a manter a segregação e a setorização como acontece em vários locais do mundo.

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