Café Alta Política- Metamorfose da Vida

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No Café Alta Política, no dia 14 de agosto de 2026, tive a oportunidade de representar o Coletivo Metamorfose da Vida e falar sobre envelhecimento, autonomia e o papel que cada pessoa pode assumir na construção da própria longevidade. O Café Alta Política é organizado por Julio Pujol e Giselle Hubbe. Um encontro no belo café do Margs em Porto Alegre. Este foi o 60º e teve como tema Leituras do Envelhecer. Junto comigo para um bate papo, o ex-vereador e Secretário Adjunto de Inclusão e Des. Humano de Porto Alegre e Vinicius Kaster, Secretário Adjunto de Esportes de Porto Alegre. Falei sobre minha formação como arquiteta, mestre em Engenharia de Produção e integrante do coletivo Metamorfose da Vida, e como uma experiência mudou minha maneira de olhar para a vida e para a arquitetura: durante cerca de 20 anos, acompanhei o envelhecimento e o adoecimento dos meus pais. E aprendi como a sala de espera de uma UTI pode ser uma espécie de pós-graduação sobre a condição humana. A partir dessa ...

Rafi Segal - "The Politics of Israeli Architecture"

“Uma vez que a conexão entre arquitetos e política fica visível, e o fator político que guia o projeto é revelado, então as perguntas qual política? política de quem? e quais as suas implicações? ficam mais importantes. Para o bem e para o mal, porque, é inevitável, essas questões precisam se tornar do discurso arquitetônico, senão a arquitetura perde seu valor cultural, tornando-se simplesmente uma técnica, uma profissão de consultor, que trabalha só quando contratado, limitado apenas pelo orçamento e pelo capricho do cliente”. Rafi Segal - arquiteto israelense, autor de Civilian Occupation - The Politics of Israeli Architecture .
Trecho da entrevista concedida à revista AU (www.piniweb.com) n.126 de setembro de 2004.
O autor, juntamente com Eyal Weizman, realizou uma pesquisa sobre a arquitetura dos assentamentos israelenses e o seu papel no conflito do Oriente Médio. Essa pesquisa, que havia sido selecionada para representar Israel no UIA em Berlim 2004, acabou sendo censurada e resultou no livro citado acima.
A arquitetura não é uma arte isolada do cotidiano, como, aliás, não o é nenhuma espécie de arte. Mas a arquitetura, pelo seu caráter utilitário, deveria ter como meta o bem estar humano, promovendo a qualidade de vida e não ajudando a manter a segregação e a setorização como acontece em vários locais do mundo.

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