Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Hippie Chic - inspiração na geração Paz e Amor

Tensões diárias lembram o quanto a calma e a contemplação são necessárias na nossa vida. Uno isso à lembrança dos 46 anos de um festival que marcou época e a vida de milhões de pessoas mundo afora: Woodstock. O acontecimento de uma geração Paz e Amor, a onda hippie que varreu a juventude dos anos 60 e aqui no Brasil talvez um pouco mais tardia, nos anos 70. Então a inspiração de hoje é um resgate do estilo hippie, mas repaginado para nossos dias, um hippie mais chique, se assim podemos dizer.

Chamar de Hippie Chic é uma ironia já que esse movimento foi de uma postura de contra cultura contra valores de uma sociedade conservadora e consumista. Nascido na Guerra Fria, lutava contra a política de confrontos e pregava um DIY bem antes da atual febre. 

Artesanato, motivos étnicos, muitas cores, um mosaico de tecidos e estampas unidos em um total reaproveitamento. Parece semelhante aos dias atuais? Talvez um pouco, não é verdade?         
Hippie Chic
Hippie Chic na sala
Cores: Um estilo em tudo descontraído e por isso mais usado em casas de repouso atualmente. Uma característica é não ter uma harmonia muito certinha. É contra cultura, lembre.
Hippie Chic
Colchões no chão
Sentar no chão: Tudo a ver com futtons, tapetes e almofadas. Nos anos 70 jovens casais iam morar juntos ou grupos de amigos moravam em repúblicas e não tinham muita grana. Era bem comum usarem grandes almofadas em vez de sofás na sala.
Hippie Chic
hippie Chic na praia
Descontração: Mesmo com poucas cores e sem um ar oriental, um estilo Hippie Chic atual não pode prescindir da descontração e de elementos de artesanato.
Hippie Chic
muitas cores e padronagens etnicas
Grandes elementos: Em geral lustres artesanais em tamanho avantajado garantiam que elementos focais marcantes fizessem um cenário quase cenográfico.
Hippie Chic
Cores alegres
Tratamento forro: Usar tecidos como elementos de tratamento do forro, como se os espaços fossem grandes tendas também caracterizava os espaços hippies. Além do simbolismo em algumas filosofias orientais.  
Artesanato nos detalhes
Ênfase no Oriente: Não comer carne, meditar, dizer não às guerras, ir para a Índia faziam parte da cultura da época. Assim o uso de adornos e objetos vindos do Oriente e fazendo parte da cultura tradicional desses locais são bem vindos.  

Hippie Chic
Fonte
São ambientes bonitos, alegres, e podem dar uma revitalizada em muitas áreas mais sisudas de casas mais contemporâneas.

Veja também mais postagens sobre espaços para meditação AQUI
Hippie Chic Meditação
Local para meditação

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