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2014/08/22

Escolha sim, rigidez não. Todo exagero é nocivo

Não como porco nem carne vermelha e não tomo refrigerantes. Ponto final. 

Muitos que me conhecem já sabem de minhas opções e quando me convidam para um almoço e janta já oferecem outras opções. 

Fiz essas escolhas de vida uns anos atrás e foram baseadas em várias razões:
  • Porcos eram tabu na nossa casa. Meu avô, médico alemão, proibia suas filhas de comerem essa carne, creio que porque, naquela época, era difícil o controle sanitário. Já li também que os alemães se afeiçoavam aos bichinhos e nunca comiam os que criavam, eram como mascotes. Não sei se é verdade, mas eles são meigos mesmo. Sempre digo que parente não! 
  • Carnes vermelhas porque nunca gostei do sangue nelas. Sim, como carne branca e algumas coisas feitas de carne que nem seriam recomendáveis como salsichão e salsichas (de frango! rsss). Ou seja, minhas escolhas foram mais baseadas em gosto pessoal do que em ideologias gastronômicas.
  • Os refrigerantes optei por não tomar porque exagerava no consumo. Não bebia água, bebia coca. E todo exagero é nocivo. E aí chego ao motivo da postagem de hoje: exageros.
Quando nossas escolhas deixam de ser escolhas e se tornam imposições é hora de parar um pouco e rever os conceitos. Falo isso porque fui a um almoço cultural onde o prato principal era ....porco. 
Porco no almoço Clio
Confesso que já tinha comido carnes vermelhas e até pato nesses eventos, mas porco...pensei sinceramente em não comer para ficar fiel ao velho hábito. Mas quando o prato foi colocado na frente, meus olhos foram mais gulosos e me deu uma vontade sincera de comer aquilo. E comi com o maior prazer. Porque se tem uma coisa que aprendi é que, quando se toma uma decisão, por menor que seja, deve ser curtida e bem usufruída. Afinal vida é para ser bem vivida. E com prazer.  

"Se o inimigo é mais forte que você, coma-o" (Sônia Hirsch - contando um episódio semelhante em seu livro Paixão emagrece, amor engorda )

Com os refrigerantes não é diferente. Ainda escolho beber um bom copo d'água, um suco natural ou um excelente vinho. Mas não veto com veemência, com postura xiita, beber um refri bem gelado se me der vontade. Já me reeduquei, já aprendi a me conhecer e posso agora sim escolher o que me agrada mais no momento. Assim, escolha sim, rigidez não!
Aliás essa devia ser uma máxima nas nossas vidas. Aprender a apreciar as coisas com a moderação da falta de exageros, das paralisações que determinadas ideias e soluções que acabam nos engessando a vida.
Acho super válido se fazer escolhas de consumo baseado em princípios que achamos corretos - eu dou prioridade para produtos nacionais se geram empregos aqui. É uma forma minha de pensar. Muita gente faz assim com produtos que para eles não se enquadrem em determinadas formas de conduta. Também acho válido. Desde que não queiram impor para mim e nem eu para eles. Dá para perceber a diferença, não? Escolhas sim, patrulhamento não.
E porque estou aqui mostrando essas fotos de Cocas vintage e reaproveitamento de embalagens ? Porque acho lindos! Já falei aqui sobre isso, sobre colecionar símbolos em Junte todo mundo.  
Nada mais símbolo de um mundo globalizado que as marcas que se encontra em todo lugar, do mais luxuoso ao mais simples e pobre. Coca é uma delas. Uma das mais poderosas. Uma das que mais geram imagens e produtos reciclados. Uma das que mais que o produto, vendem ideias e conceitos. E tão forte é isso, que mesmo os que não bebem o produto usualmente como eu, se encantam com os produtos gerados com a sua imagem. Sem exageros, é obvio. 
Veja mais imagens em http://br.pinterest.com/arqsteinleitao/coke/

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