Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Uma escola para estimular a criatividade



Que tal um espaço todo rico e uma proposta de interação e estímulo à criatividade em uma escola. Pois essa é a tônica nessa escola na Suécia. 


Ela em nada lembra as rígidas salas com hierarquias e parecem mais com modernos ambientes do vale do silício, de onde saem os programas e ideias que vem mudando nosso modo de viver.

Os espaços propiciam o encontro, as chamadas "zonas de colaboração, casas-dentro-casas, e uma série de outros recursos que são destinados a promover "a curiosidade e a criatividade." O projeto do arquiteto Rosan Bosch incentiva tanto o estudo solitário como o em grupo e cada peça é pensada para ajudar os estudantes a aprenderem. Além da concepção do espaço, a escola não separa os alunos por idade, mas por nível de aprendizado.

Quem me deu a dica sobre elas foi o colega Wagner Gonzales. 

Tudo bem, vão dizer: ah! Mas é na Suécia e lá é primeiro mundo, eles são lindos, diferentes, tem outra cultura. Mas juro que ele não tem a mesma criatividade que nós temos como cultura. E porque então não apostar em projetos locais que estimulem nossas crianças a exercer o que temos de tão bom que é a nossa capacidade de criar ? Espaços ricos não precisam ser caros. Mobílias podem ser recicladas, veja um belo exemplo AQUI. Ao invés de ficarmos só suspirando pelo mundo de acolá, vamos criar o nosso aqui e dar para as nossas crianças um belo presente: locais para estimular sua imensa vontade de aprender. 

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