Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Pequeno, pero destruidor

Acervo pessoal da Arquiteta
Um queijo suiço ??? Não, isso ERA um armário antes dos cupins se mudarem para ele. Esses bichinhos pequenos vão surgindo em bandos, principalmente nos dias quentes quando entram em bandos alados em janelas abertas e vão se infiltrando em madeiras moles, em papéis, em tudo o que a sua fome voraz achar por perto para comer. E destruir.
Acervo pessoal da arquiteta
Primeiro a gente vê as asinhas. Depois aquela poeira fina que são os dejetos da comilança. Depois os furinhos na madeira. E aí...já é tarde. A gente faz de tudo, tratamentos cupinicidas, se entope de veneno para ver se acaba com eles, mas é mais fácil acabar conosco e com a nossa saúde.


Por isso o cuidado com as janelas. Telas sempre e bastante pequenas para evitar que entrem. Fecha-las cedo porque em geral eles atacam no começo da noite, perto do entardecer dos dias quentes.


Usar madeiras nobres. E checar bem porque junto com as madeiras nobres sempre vem uma ripinha de madeira mole, e aí já viu, é a festa dos bichos. Usar madeiras que já venham tratadas.  


E se alguém souber de algum tratamento que não seja agressivo ao meio ambiente me avise...

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