28 de set de 2011

Bom, bonito e barato

Vários clientes me pedem sempre propostas ou alternativas que sejam boas, bonitas e baratas...


E essa é a função do arquiteto, achar as melhores soluções que se coadunem sempre com as possibilidades financeiras de quem vai pagar por elas: o cliente. 



Mas cabe aqui uma ressalva. Barato nem sempre quer dizer o que custa menos. Na minha experiência de vida pessoal e profissional já aprendi que aquela alternativa muito mais baratinha na maior parte das vezes não dura, não resolve e acaba saindo bem mais caro.  


Isso não quer dizer que não se possa fazer economia. É uma questão de bom senso, escolha de boas marcas, duráveis e que não vão custar muito em manutenção. Em geral as boas marcas da praça já dispõem de linhas econômicas que fazem a mesma função, são bonitas e custam um terço das alternativas mais luxuosas. 

Escolher uma peça de design famoso também pode se encaixar dentro desse conceito. É preferível fazer uma ambientação minimalista, com pouco e bons móveis e uma peça boa (que pode ser garimpada em ofertas) a entulhar a casa com móveis daquela liquidação....


E o planejamento para quem tem orçamento curto é mais que fundamental. Afinal quem tem bastante dinheiro até pode se dar ao luxo de errar, mas quem tem que fazer o seu bolso render não.