MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Pavilhões para debater a alimentação e energia para a vida

Exposições mundiais e universais (juro que não entendo direito a diferença, mas dizem que a última é maior...) sempre foram propulsoras de grandes obras arquitetônicas e mostram avanços tecnológicos dos expositores. O Brasil já foi palco de uma em 1922 no Rio de Janeiro, até Porto Alegre teve a sua em 1935

Este ano é Milão que inaugura a sua Expo Milão 2015. Vários e belos pavilhões foram construídos para representar seus países (inclusive o Nepal que precisou de ajuda italiana após o terrível sismo de 2015). Embora com algumas ausências devido à crise econômica (Portugal, por exemplo), 140 países se fizeram representar, mesmo enfrentado protestos locais em função dos gastos públicos e denúncias de corrupção. Mas a cidade de Milão e a Itália esperam um número expressivo de visitantes que deixem um também expressivo lucro monetário. 

O tema da Expo Milão 2015 é Alimentar o planeta, energia para a vida. A ideia é levantar debates e soluções para refletir sobre esse problema e equacionar a disparidade entre desperdício e falta de alimentação na humanidade.   

A arquitetura tem um papel destacado nos projetos dos pavilhões que, em geral, refletem as culturas e soluções que esses países estão oferecendo ao mundo e às suas populações.  

ESLOVÊNIA

 
A Eslovênia, por exemplo, nos mostra um pavilhão com estrutura em aço e revestido com
madeira sustentável, lembrando que é um dos países com mais florestas na Europa. A forma lembra a topografia local, com suas montanhas, planícies e montes. Mas mantendo a referência aos seus campos de cultivo de alimentos. 

O simbolismo da marca "I Feel Eslovênia", que ressalta a tríada verde, atividade, saúde, é mostrada nos cinco temas apresentados: salinas, abelhas, águas minerais e termais, caminhadas e ciclismo e
a medição de partículas de carbono negro.

O carbono negro é considerado uma das causas de um possível aquecimento global. E no pavilhão esloveno é mostrado o resultado de um projeto chamado de "Aventura da Ciência" onde um piloto do país recolheu dados em todo o planeta terra. 

O projeto do pavilhão esloveno é de SoNo Arhitekti

Fonte
 

Dica da Samantha Shiraishi

BRASIL

Obvio que fui atrás do pavilhão brasileiro.Escolhido por concurso (vejam AQUI o resultado e mais propostas concorrentes) o projeto do Estúdio Arthur Casas explorou o tema através dos conceitos de "flexibilidade, fluidez e descentralização."
 
Uma grande estrutura em forma de caixa, com com fechamentos em cortinas e redes, simbolicamente mostra a ideia de acabar com os limites para alcançar o equilíbrio, ao mesmo tempo em que mostra pesquisas e modelos de produção brasileiros.

Fonte

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