MG08 habitação flexível

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Habitar uma casa movimenta uma série de sonhos e emoções. Possuir uma casa evoca ancestrais desejos de segurança. Mas nem sempre as necessidades permanecem as mesmas. As situações de fora e de dentro se modificam e pedem espaços que sejam flexíveis. A Maria Guerrero, também conhecida como MG08 em Madri, projetada pelo Studio Burr , foi pensada para ser uma habitação que possa ser transformada de acordo com essas novas necessidades dos moradores.   María Guerrero é uma casa que nasceu dividida em duas. Para poderem arcar com os custos de aquisição e construção, os habitantes deste empreendimento iniciam a sua vida neste espaço ocupando metade da casa e alugando a outra metade como habitação independente. Apesar da narrativa interessante, me pareceu muito com essas casas geminadas onde se coloca uma parede no meio, que pode ser removível se houver interesse em unir os espaços. Algo que já vem sendo usado e que, com um nome interessante, chama mais a atenção.  Segundo o site dos arquiteto

Branco como inspiração

Nessa época do ano os ambientes brancos sempre me atraem. Há uma certa justificativa. Além da óbvia referência à arquitetura mediterrânea, o branco me ajuda a zerar, a meio que passar uma borracha nas tantas tendências e projetos que me fizeram a cabeça no passar do ano.

É como se, me inspirando em ambientes mais limpos, eu também limpasse a minha mente e criatividade para nevosos voos e novos desafios. 

O branco traz consigo uma imagem de elegancia. Ele nunca é over.  Pelo menos nas minhas seleções. Uma recepção limpa e moderna, como a da foto acima, é atemporal. Ela combina com negócios mais clássicos e mais modernos. Por isso é a minha escolha primeira.
Estantes brancas. Outro clássico. Não tem erro. E se for combinada com adornos também brancos e elementos mais rústicos como palha, também se torna muito elegante.
Dormir em quarto todo branco lembra uma assepsia e economia orientais. Além de ser economico. Alias outra vantagem do branco. Usando elementos com bom gosto, se pode ter uma decoração que não seja cara e agrade a gostos mais exigentes. Vira quase um cult. 
Combinações interessantes com o branco sempre são a madeira e o cinza. E toques de preto. Mas veja bem, toques pequenos para não pesar. 
Madeira clara sempre me lembra casas escandinavas. Tá, eu nunca estive na Escandinávia e nem tenho um conhecimento super específico sobre os interiores de lá, mas sempre os imagino assim. 
Interessante que banheiros brancos, todos brancos, já passam uma ideia de luxo. Refinamento puro. Sim, sei que esse luxo depende da qualidade dos revestimentos e louças, mas escolhendo com cuidado, nem precisam ser tão caros assim. 
Refeições com muito branco também me agradam nessa época do ano. E sempre dá para ousar em almofadas, flores e comida muito colorida! 

Enfim, a mensagem talvez seja a de que o simbolismo do fim e início me persegue como uma metáfora da vida. Portas que se fecham e se abrem. Possibilidades que sempre surgem quando nós propomos a dar uma chance ao novo, ao desafio, à renovação da vida!

Fotos : Pinterest e Google 

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