Estúdio com 30m2 tem construção econômica e resultado belo

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O  BAAQ  é um escritório de arquitetura mexicano que desenvolveu este projeto para um estúdio de descanso, o Chiapas Studio. Os requisitos eram economia na construção e manutenção. O resultado ficou muito interessante.  Com cerca de 30 m2 a construção aproveita a ventilação natural e como a região tem verões quentes, aproveitam a grande cobertura em bambu para criar uma varanda coberta para ser usada nos dias quentes. Para os dias frios, a parte inferior, com paredes de painéis de cimento e poliestireno de alta densidade, abriga como sala de estar.

Prédio público sustentável - Viveiro do Senado Federal

Site do Arquiteto Mário Viggiano
Recebi uma dica da Sam Shiraishi sobre uma obra sustentável em edifício público e fui lá conferir. E o que vi me agradou demais! É o Viveiro do Senado Federal, uma amostra que coisas boas estão sendo feitas na casa do Legislativo. Um exemplo de como a adoção de de conceitos simples de sustentabilidade podem ajudar a disseminar a cultura da sustentabilidade, segundo o arquiteto responsável pelo projeto. São ações simples que os gestores de prédios públicos devem refletir:
  • Como o projeto pensado para a sustentabilidade pode gerar economia futura, ou seja o projeto que se paga
  • Pode ajudar na redução do impacto ambiental e minimização das emissões de carbono 
  • E talvez o mais importante de tudo, ajudar a disseminar a cultura de que o uso dos sistemas sustentáveis pode gerar economia através do exemplo de obra pronta e funcionando.
Segundo o arquiteto Mário Viggianoo edifício sustentável é aquele capaz de proporcionar benefícios na forma de conforto, funcionalidade, satisfação e qualidade de vida sem comprometer a infraestrutura presente e futura dos insumos, gerando o mínimo possível de impacto no meio ambiente e alcançando o máximo possível de autonomia”.

O autor do projeto, também responsável pelo Casa Autônoma, nos conta no video abaixo como a obra foi feita usando uma estrutura de eucalipto, materiais reaproveitados do Senado, como vidros, telha e tubos de papelão descartados, energia solar gerando energia e sistema de aproveitamento de água da chuva.

E o mais bacana é ver a obra pronta (veja no video no fim da página) e constatar como os critérios e conceitos adotados estão funcionando na prática, o bom uso da luz natural, o uso de cortina verde para filtrar o calor, o uso de sobras de resíduos orgânicos que visam tornar o viveiro 100% autônomo, economizando e ajudando a reduzir o impacto ambiental.

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As plantas são adubadas com uma compostagem que utiliza o lixo orgânico gerado no Senado e por uma criação de minhocas no local. Até mesmo a o pó do café é usado para fazer os pacotes onde as mudas de plantas são colocadas. Além disso foram usados princípios da arquitetura bioclimática, os tijolos foram feitos no local e segundo li, o viveiro foi a primeira construção pública a produzir sua própria energia via painéis fotovoltaicos.

Achou bacana? Eu também. Pois o arquiteto organizou um cartilha de edifícios públicos sustentáveis que pode ser baixada e auxiliar no projeto de mais e mais construções que ajudem o meio ambiente. Nada mais função de prédio público que disseminar boas práticas pelo exemplo, não acham?  


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