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EcoHare - educação ambiental no umbigo do mundo

Pensem comigo: que exemplo mais parecido com o planeta Terra que uma ilha isolada de tudo? E é mais ou menos isso que a Ilha de Páscoa é. O umbigo do mundo. Um lugar de difícil acesso, mesmo nos dias de hoje. Mas...um local que chama a atenção de turistas. E estes e a população consomem. E deixam resíduos. (Já li que geram algo em torno de 8 toneladas/dia na alta temporada!). E o que fazer com este lixo todo???? Pois foi o a solução encontrada que me chamou a atenção quando vi o terceiro episódio do Pacto pelo Planeta na NatGeo. 
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A Ecohare - o nome já revela a mistura de princípios de sustentabilidade com a palavra com que os habitantes da Ilha de Páscoa denominam as casas em Rapa Nui- é mais que uma casa feita de garrafas de plástico, de vidro e pneus reciclados. É um símbolo bem interessante da conscientização ambiental.
A ideia que norteou o projeto foi chamar a atenção para o problema do lixo, ajudar a conscientizar na necessidade da redução do consumo e descarte, e ao mesmo tempo mostrar soluções para reutilização e reciclagem desse material descartado.
 

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A EcoHare é resultado de uma parceria do governo (Ministérios da Energia e do Municipio da Ilha de Páscoa), iniciativa privada (Coca-Cola Chile) e comunidade, o que a torna ainda mais interessante. Os estudantes ajudaram na coleta do material que iria para o lixo e foi transformado em Eco-tijolos (tecnologia que foi aprendida pelos trabalhadores locais). Esse recolhimento fez parte de uma campanha de ensino da separação e reciclagem do lixo na ilha. 



A casa será um centro de educação ambiental e reciclagem. Na sua fundação foram usados os pneus e ela ainda vai contar com o aproveitamento do sol para gerar a sua energia. Princípios de arquitetura bioclimática foram usados como ventilação cruzada que substitui a ventilação mecânica e ajuda na economia energética. Também vai utilizar a água da chuva para armazenamento e uso em vasos sanitários e pias. Além disso, estima-se que a sua construção seja bem mais rápida e barata que as tradicionais
FONTE SUDARTE

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A casa será um centro de educação ambiental e reciclagem. Na sua fundação foram usados os pneus e ela ainda vai contar com o aproveitamento do sol para gerar a sua energia. Princípios de arquitetura bioclimática foram usados como ventilação cruzada que substitui a ventilação mecânica e ajuda na economia energética. Também vai utilizar a água da chuva para armazenamento e uso em vasos sanitários e pias. Além disso, estima-se que a sua construção seja bem mais rápida e barata que as tradicionais.

Uma bela iniciativa que merece aplausos. Sim, eu também acho que seria melhor não se precisar fazer isso. Sim, eu também preferia que a Ilha de Páscoa ( e todo o planeta) tivesse o seu meio ambiente preservado e ainda como nos foi legado pelos antepassados. Mas não sou ingênua para achar que vamos mudar nossos hábitos de consumo da noite para o dia ou que vamos voltar ao tempo em que nada disso seria necessário. Vamos continuar viajando, vamos continuar consumindo plásticos e vamos continuar gerando lixo, muito lixo. E tudo o que puder ser feito no sentido da educação e minimização do problema vai continuar merecendo o meu aplauso sim.


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