Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...


Excelente texto!
ResponderExcluirPenso que o Willian acerta em cheio quando foca na questão do saneamento, no meu entender ponto de partida inevitável na busca da requalificação da vida urbana.
Desnecessário apontar que o primeiro obstáculo neste caminho são as concessionárias, que cobram dos usuários pelo tratamento do esgoto que não fazem, limitando-se a jogar nos rios, empurrando o problema a justante.
Ao conscientizar o poder acerca das providências óbvias que precisa tomar hoje, vem junto os enfrentamentos de interesses nada pequenos, briga de cachorro grande...
Abraço,
Oscar Müller
Obrigado. Muito interessante. Há muito o que fazer! Abraços,
ResponderExcluirW