Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Um Call Center que não é um inferno para trabalhar? Veja aqui

Como assim, um call center que não é um sala cheia de ilhas onde pessoas ficam enlouquecidas em seus postos? Ao contrário, um espaço hiper diferente e criativo, jovem, aberto. Aliás aberto não só em termos de espaço, mas de como ocupar esse espaço. Isso é o  escritório Airbnb Portland, um projeto de Aaron Taylor Harvey e Rachael Yu. 


A Airbnb é um serviço que conecta pessoas que viajam à pessoas que alugam seus espaços. É um pouco mais que essa simples descrição e é onde trabalham cerca de 200 funcionários que vamos conhecer aqui. O serviço que a empresa oferece inclui uma equipe de "concierge virtual" que soluciona eventuais problemas que surjam na locação. Creio que a ideia seria proporcionar realmente uma experiência única e proporcionar experiências de viagens prazerosas para quem viaja. E renda para quem loca. 

 
 Cuidadosamente estudado e construído baseado em padrões comportamentais de como funciona o serviço, para que as equipes de trabalho possam andar livremente pelos espaços, com seus laptops e fones de ouvido. E para tornar tudo mais interessante e interativo, a equipe de designers recriou vários locais memoráveis da própria empresa. Segundo eles, isso cria uma conexão emocional com o serviço que fazem.

Os espaços foram projetados de tal maneira que facilite a interação e o compartilhamento de informações, o que ajuda a solucionar mais facilmente os problemas dos clientes.

 

Desde locais onde possam deixar seus pertences, cantos e recantos onde possam estar consigo ou com poucas pessoas à uma variedade de espaços mais amplos e públicos. Como diz Harvey sobre a percepção dos funcionários estudados : "Você quer uma caverna, mas você também quer uma vista". E também previram a possibilidade de que as equipes pudessem personalizar suas salas de conferências, trazendo a noção do espaço privado para o público e o tornando mais deles.

Fonte
Fotos : Jeremy Bittermann 

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