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Postagem em destaque

10 Lições que aprendi na faculdade de Arquitetura

Recebo algumas correspondências falando de como os leitores gostaram dessa ou de outra postagem aqui do blog. E sempre fico super feliz! É ...

2017/09/17

Ideias para casamento ao ar livre - simples e sustentável

A festa de casamento é um dos acontecimentos marcantes da vida social em nossa sociedade ocidental. Mesmo os menos românticos acabam se rendendo às festividades que reúnem amigos e parentes em torno da cristalização do amor das pessoas.

Enfim, se você pretende se casar, mas não quer ou não tem condições de gastar uma pequena fortuna em uma festa mais tradicional, que tal pensar em uma forma mais criativa? E talvez até mais racional de comemorar? 

Em 2012 eu fiz uma postagem que chamei de eco casamento onde falei de três princípios básicos da sustentabilidade que seriam reduzir, reutilizar e reciclar. De lá para cá essas ideias se tornaram mais usadas nessas cerimônias e reuni alguns exemplos de como fazê-lo para um casamento ao ar livre.

Usar garrafas é sempre uma ideia bem vinda e econômica. Elas podem ser usadas das mais variadas formas. Como suporte para arranjos de flores ou até mesmo como elementos da decoração e mobiliário.

Caixotes e baldes também são elementos que podem ser utilizados para suporte de adornos e fazem uma composição interessante com flores.  

Cavaletes rústicos e troncos de árvores podem substituir os tradicionais móveis e elementos que compõem o altar onde os noivos receberão a benção, seja dos homens seja do Deus que acreditam. 
 Aqui uma ideia super bacana para enfeites. Flores de papel. Revistas ou jornais podem ser usados (me arrepio ao pensar que poderiam ser livros, prefiro pensar que não...)
E já que falamos em leituras e leitores, os livros podem sim fazer parte dos festejos, usados como suportes de enfeites de mesas.
Ideias simples mas criativas que podem enriquecer a festa e mostrar que os noivos já começam uma nova etapa de vida arquitetando amor também à natureza.



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2017/09/12

Casas usando princípios de Permacultura

Através de uma reportagem em jornal impresso (sim, ainda leio em papel) tomei conhecimento do IPEP - Instituto de Permacultura da Pampa. E entre vários projetos interessantes fiquei curiosa por uma casa popular em adobe, com 80m² e com um custo bem baixo (teria usado apenas 32 sacos de cimento). Além de um sistema de captação de águas da chuva, usa um banheiro seco que economiza água. 



Na imagem acima vemos a Casa Mãe (ver vídeo abaixo), um prédio construído seguindo princípios de permacultura, usando fardo de palha e telhado de Santa Fé que também é bastante comum no Uruguai e sul do Brasil.

E abaixo um esquema de vaso sanitário seco que pode ser melhor compreendido AQUI.


2017/09/08

Ideias de Casa de campo para chamar de sua

Estou lendo um livro bem interessante de Nuccio Ordine chamado a Inutilidade do Inútil. E embora ele fale sobre conhecimento e arte, nada mais absolutamente inútil em uma sociedade capitalista que o nada fazer. Obviamente que o lazer acabou se transformando em uma indústria e longe de ficarmos contemplando as nuvens, acabamos muitas vezes entrando em uma atividade frenética nos momentos de folga: seja consumindo em centros de compras, seja viajando para locais da moda. Ou simplesmente tendo um luxo em uma sociedade em que muitos não tem teto para morar: tendo uma segunda (ou terceira casa). No campo. (Já falei sobre várias delas AQUI
 De uma casa de campo o que queremos nós? Falando por mim, quero espaços onde possa viver momentos de liberdade. Sem muitos armários onde acumular coisas que não preciso. Quero simplicidade.  
 Amplas varandas e/ou janelas de onde possa curtir uma bela natureza. Dependendo de onde se localize o meu campo, se mais frio ou mais tropical, vou definir os materiais e as formas. Painéis de vidro que deixem o sol entrar e esquentar o interior. Ou amplos avarandados que me protejam do calor.
 Sei que quero um local onde sentar e contemplar. Estar no campo me exige uma sintonia com a natureza. Me basta sentar e mirar.
 A casa pode - deve - ser simples. E rodeada de verdes. E uma convidativa rede deve estar em um lugar estratégico onde possa olhar as nuvens. 
 Madeiras não podem faltar. E um forno onde possa assar um cheiroso pão.

E se mais não bastar, uma mesa onde possa me alimentar. E agredecer a perfeita sintonia de existir. E sonhar.



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2017/09/03

Projeto centro agrícola de baixo custo ganha prêmio internacional

Um projeto acadêmico que reúne baixo custo, respeito à cultura e tradição da arquitetura local ganhou o Ciclo de Prêmio de WA 25. A comunidade agrícola com produção de alimentos, que pretende ajudar a diminuir a pobreza em regiões da Jordânia, é projeto de Hiba Suheimat (2017) com supervisão da Dr. Fatima Mayada Al-Nammari.


O projeto, que levou em conta a maneira como os agricultores locais manejavam a terra e como construíam suas casas e prédios, tem cinco funções principais:
  • zona de serviços de processamento de alimentos
  • alimentos
  • mercado
  • restaurante
  • base comunitária de serviços 

O interessante é ver como se chegou a um resultado simples, usando materiais locais, como a lama e pedra, para um centro que reúne tradição e propicia a interação entre os produtores agricultores e a população consumidora que pode encontrar os produtos, compra-los e até consumi-los ali mesmo. Tudo isso em um ambiente rico em cultura e beleza. 






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2017/08/27

Arquitetura efêmera vira escola em favela na Africa

Lembram de um escritório no meio do mato que correu os blogs de arquitetura (e outros) uns anos atrás? Era um projeto do escritório espanhol SelgasCano e olhem que bacana a destinação de um pavilhão projetado por eles. A arquitetura que seria efêmera, feita para não durar, vai virar uma escola na Africa.

Uma decisão do escritório, do Lousiania Museu de Arte Moderna de Copenhague, Secondo Home e Iwan Baan projetou o Pavilhão Louisiana Hamlet para que fosse desmontado e reconstruído na favela de Kibera, em Nairobi. Esta notícia é de fevereiro de 2016 e achei muito interessante ressaltar a importância de tratar a arquitetura efêmera com um mais de concretude em um mundo de recursos tão esparsos.





Leiam AQUI mais detalhes de como se deu esse intercâmbio de materiais e técnicas quando um grupo de estudantes esteve no Quênia estudando aspectos da cultura, clima e arquitetura africanas.




E AQUI imagens do pavilhão já inserido na comunidade em Nairobi.


Ou seja, não se trata apenas de pegar um projeto e colocar em outro local, em um simples reaproveitamento, mas de uma proposta que se preocupou com o local onde este prédio seria instalado permanentemente, usando andaimes em uma forma dinâmica e com novas possibilidades comunitárias e culturais.

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2017/08/22

Playground inovador - arquitetando espaços instigantes

Dos desafios de projetar, um deles é o fazer para crianças. E criar um equipamento que seja lúdico, instigante e ajude a desafiar a imaginação é o resultado desta estrutura chamada de Five Fields Play, um projeto colaborativo de Matter Design e FR | SCH, em Lexington, Massachusetts. 


Situado em um bairro, o Five Fields, projetado nos anos 50, em que o respeito pela terra e o seu compartilhamento em áreas comuns, tem sido um sucesso desde então, o equipamento segue este conceito, sendo adaptável para crianças e também para adultos.

"Buscamos manter vivo o espírito de inovação comunitária. Five Fields Play Structure é, neste sentido, um monumento à experimentação coletiva. Elogia o espírito exploratório da criança, nutrido por toda uma comunidade." FR SCH
Seus espaços intencionalmente, ao mesmo tempo que mostram uma linguagem conhecida, deixa que elas aconteçam de forma inusitada, liberando a descoberta de cada usuário.    

"Elementos arquitetônicos pré-concebidos como portas e escadas existem, mas não conduzem a lugar nenhum. Outro princípio da estratégia de design oferece vários meios de acesso a qualquer local. Essas decisões produzem desafios crescentes para as crianças." 






Fotografia: Matter Design + FR | SCH

Fonte
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