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10 Lições que aprendi na faculdade de Arquitetura

Recebo algumas correspondências falando de como os leitores gostaram dessa ou de outra postagem aqui do blog. E sempre fico super feliz! É ...

2016/09/26

Arquitetura que cura

Muitos são os que se apaixonam pela arquitetura, inclusive essa que vos escreve. Prédios simbolicamente grandiosos, espaços que envolvem e encantam, projetos que resolvem situações e são esteticamente belos. 

Mas a Arquitetura é bem mais que isso. Envolve uma relação de sintonia que pode curar almas. E mais que isso, pode trazer esperança, curar pessoas e resgatar dignidade para populações. E é esse lado da Arquitetura que mais me seduz.
"A questão não é o que é o custo de arquitetura, mas qual é o custo de não ter arquitetura."  Paul Farmer, fundador do Partners In Health
Esses dias assisti uma palestra TED (que está abaixo) com Michael Murphy que é arquiteto e co-fundador da MASS Design Group. Esse grupo faz um trabalho lindo que tem como objetivo "projetar edifícios inovadoras que melhorem a vida das pessoas de maneiras mensuráveis."  Com a colaboração das comunidades eles ajudam na criação e execução de ambientes que promovam a saúde e dignidade. Um desses projetos já apareceu aqui no blog, é o  alojamento comunitario em Ruanda que foi considerado um dos melhores projetos de 2016.

Para eles arquitetura é bem mais que empilhar tijolos, um jargão que costumamos usar para significar que é bem mais que simplesmente construir um edifício. É um processo que leva em consideração o meio ambiente, a cultura, as forças das comunidades e o seu envolvimento. Com esses conceitos a sua equipe projetou e/ou auxiliou na realização de uma série de projetos ultra relevantes para a saúde física e mental das comunidades onde atuam.

Michael começa a palestra falando de sua experiência pessoal em família e o faz de maneira comovente. E termina mostrando um projeto novo: O Memorial de Paz e Justiça, cuja imagem aparece abaixo.

O memorial se propõe a ser um resgate da memória de inúmeras pessoas que sofreram linchamentos. É impressionante a força que a Arquitetura pode ter como uma proposta de que a barbárie possa ser apenas memória e lição para que as pessoas se conscientizem e lutem para que isso nunca mais aconteça. Para isso existem os livros, as artes, os memoriais e museus. Para que a História não seja repetida em seus erros. Que saibamos entender suas lições.

O vídeo é relativamente curto, está em inglês mas é facilmente compressível. E suas imagens falam por si. A Arquitetura pode bem mais que ser bela. Pode e deve atuar para a saúde de todos.    


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2016/09/25

Arquitetando coisas do fundo do baú

Algum tempo atrás, as pessoas usavam umas caixas imensas para levar suas bagagens. Eram tempos de mais roupas, de mais criados para carregar as tralhas de quem podia pagar. Eram tempos de viagens mais longas e menos frequentes. Talvez até por isso o volume do que se levava era bem maior. Eram os chamados baús.

Também serviam para guardar as roupas nas casas. E no meu tempo de adolescência, as mães, tias e vós ainda falavam em fazer o enxoval e guardar no baú! 

Os tempos mudaram, as ambições e guarda roupas também. Hoje se exige mais praticidade da vida, as roupas são mais versáteis, mas e o que fazer com os antigos baús? Usá-los em nossas casas, é óbvio. Abaixo algumas ideias para bem utilizá-los.


Os baús assim com aspecto rústico ficam lindos em ambientes minimalistas, fazendo um contraponto elegante com paredes claras
Baús coloridos ficam lindos em ambientes mais alegres e combinam com adornos cheios de vida.
Baús clássicos ficam belos em composições elegantes. 
Ambientes românticos e com um toque mais feminino harmonizam muito bem com baús claros.
Customizar os baús pode revitaliza-los. Uma ideia bacana é se inspirar em motivos de viagem recordando a antiga utilização dos baús. 
E podem funcionar em estilos mais rústicos e industriais como bem mostrado nessa sala de estar onde assume a função de rack para a TV. 

Fonte das imagens  http://pin.it/clBL08k

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2016/09/23

The Smile - pavilhão com tecnologia inovadora em madeira

Um pavilhão com uma simbologia muito interessante, feito em madeira (mas não qualquer madeira), feito com painéis CLT ( madeira laminada cruzada) que conjuga integridade estrutural, desempenho ambiental e sustentável, flexibilidade no design com uma boa relação custo benefício. 

Parece um sorriso com as suas formas curvas em madeira e obviamente seu nome reflete esse conceito: The Smile, projeto de Alison Brooks Architects, foi construído para o London Design Festival 2016.



Uma das grandes vantagens apontadas para esses painéis de madeira laminada cruzada é a capacidade estrutural, já que a maneira como as pranchas de madeira são colocadas, em ângulos retos em cada camada, como se fossem uma grade, fazem com que os painéis CLT tenham força não apenas nas direções das fibras (como é a característica da madeira), mas também no sentido transversal. Não é debalde que prédios altos tem sido construídos em madeira utilizando os painéis CLT. 




Dentre as vantagens dos painéis estão: 
  • Seu peso muito inferior à lajes de concreto
  • Resistência
  • Capacidade acústica
  • Resistência ao fogo e à sismos
  • Desempenho térmico
  • Facilidade de colocação



O Smile é a primeira a construção a usar este tipo de material de forma tão extensa. O conceito é simples: Um grande arco com um ponto de apoio central. Sua forma lembra aquele carinha do sorriso, mais conhecida como smile, tão presente nas comunicações há décadas.

Estruturalmente forte, foi projetado para resistir à cargas de vento de aproximadamente 10 toneladas. 

Uma proposta que conjuga poesia de forma divertida com uma tecnologia que renova o uso da madeira, conferindo maior resistência em um material que pode ser renovado.

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The Smile - construction process from Alison Brooks Architects on Vimeo.

2016/09/20

Casa rural com toque contemporâneo

Uma casa de campo, que pudesse também receber hóspedes, além da família e seus animais de estimação, com um toque mais contemporâneo e que não lembrasse as tradicionais casas de fazenda.

Este o pedido dos clientes aos arquitetos e que resultou nesse projeto de beleza simples e marcante, com materiais fortes e de baixa manutenção, de 280 m2 em Te Hihi, na Nova Zelândia.





 


Projeto   Strachan Grupo Arquitectos

Fotos: @ Simon Devitt

2016/09/19

DIY Transforme seu espaço com poucos recursos

Nas minhas pesquisas pela internet achei esse artigo que fala como alguns detalhes podem fazer diferença para "levantar" o astral de sua casa. E melhor, são detalhes que podem ser feitos sem muitos gastos. (E querem saber? Eu já tinha falado deles muitas vezes aqui no blog).

Quais são????


Paredes que falam


Usar frases que nos inspirem sempre é uma ideia interessante e que veste bem as paredes. Pode ser em forma de quadros e adesivos. Falei sobre isso, com mais ideias em:

Investir em revestimentos de qualidade e duráveis


Há várias alternativas de renovação de revestimentos, especialmente em pisos que podem ser aplicados sobre os existentes. E se a alternativa for renovar um bom, porém desgastado piso em madeira, leia essa postagem: "Ideias para renovar piso em madeira".

Dê cor para as portas


O artigo fala da importância das portas de entrada e de como uma pintura pode fazer diferença para mostrar a personalidade de sua casa. Mas nada impende que as suas portas internas também expressem muita vida e cor. Pense nisso.
Leia também:

Interruptores não precisam ser feios

Há várias maneiras de personalizar interruptores. Mas se a ideia for mais clássica, uniformize o padrão. Parecem pequenos detalhes, mas fazem bastante diferença.  

Leia também:

Use e abuse de espelhos

Os espelhos são uma forma clássica de intervenção em ambientes e nem sempre precisam ser imensos. Molduras charmosas fazem uma composição bem interessante e não precisam ser caras.

Leia também:



Fontes das imagens nas postagens citadas

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2016/09/16

Livro de Arquitetura para crianças - de todas as idades

Casas. Passear pelo mundo fascinante da Arquitetura conhecendo casas de arquitetos. Já falei sobre isso quando descrevi um livro delicioso - Pela casa se conhece o dono. Daquela vez a motivação foi o fim de uma editora. E agora o que me levou a adquirir o Casa Cadabra foi algo que tenho feito muito esse ano: apoiar iniciativas independentes. Tenho participado de muitos financiamentos coletivos. E isso me tem dado muita satisfação. Além de belas leituras. 
O livro é uma iniciativa de três mulheres: a jornalista Bianca Antunes, a arquiteta Simone Sayegh e a designer Carolina Hernandes, responsável pelas ilustrações.
Quem vive o mundo arquitetônico é geralmente um apaixonado pelo tema. Mas para os que não são profissionais da área, mas vivem em casas e cidades, e sabem o quanto o espaço é importante em suas vidas, conhecer mais sobre o tema é sempre fascinante.

Imaginem então se a Arquitetura fosse ensinada às crianças. Se as casas de grandes arquitetos e arquitetas fossem ensinadas em salas de aula. Se os espaços urbanos fossem vistos, sentidos e percebidos desde pequenos...quem sabe o quanto isso resultaria em maiores cuidados e maiores exigências.
Aprender brincando. Crianças de todas as idades podem viajar nesse mundo com grande prazer. 
"A qualidade do espaço pode mudar comportamentos, melhorar a convivência entre as pessoas, aumentar percepções e a apropriação do próprio espaço, desde a pequena escala da casa. Alerta disso, a criança cresce e cria, também, a consciência crítica em relação à cidade." (Ed. Pistache)
 Além da leitura gostosa que vou iniciar agora, fica a alegria de ter ajudado a realizar sonhos. Esse trabalho conjunto de apoios tem feito muitas obras saírem do campo dos sonhos e ideias para a realidade. E isso é muito bom!   
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