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2016/06/24

Transformando um celeiro em um escritório minimalista

Um projeto super interessante de transformação de um antigo celeiro de 1900, em uma fazenda na Bélgica, em um belo escritório, com cerca de 100 m2, que serve de home office para o proprietário do local. Acompanhe nas fotos como se deu esse processo.

© Koen Van Damme

© Koen Van Damme
Primeiramente o Stúdio Farris Architects transformou o antigo espaço fragmentado em vários espaços em um amplo espaço vazio onde foram alocados a sala de reuniões, biblioteca, mesas de escritório e um local de descanso e área de leitura.
© Koen Van Damme
Para garantir uma melhor eficiência energética o espaço interior, agora vazio, foi "recheado" com um invólucro de concreto com isolamento entre este e os tijolos originais. E o grande gol do projeto foi a forma de divisão dos espaços: Um imensa escultura de enorme vigas de madeira que separam sem tolher a visão nem a percepção de amplidão do espaço interno. 
© Koen Van Damme
É como se fosse um grande jogo de armar em que as vigas se conformam de modo a formar espaços, móveis, estantes e escadas de acesso ao mezanino. O conceito foi de um estilo minimalista que estivesse de acordo com a forma mais pura exterior. 
© Koen Van Damme
Externamente foram feitas poucas alterações de modo a preservar a aparência rústica do celeiro. Uma nova e maior entrada foi criada e novas aberturas foram feitas para melhor comodidade e funcionalidade do escritório
© Koen Van Damme

© Koen Van Damme



Fotos: Koen Van Damme

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2016/06/23

Arquitetando entradas - 13 ideias para espaços pequenos

Queremos que nossas casas não apenas recebam bem os visitantes, mas que principalmente nos dê boas vindas quando entramos pela porta. Falei sobre as características que deve ter uma bela entrada em Entrada pequenas - dê boas vindas. E também falei sobre ideias econômicas para o Hall de Entrada. Então aí vão mais algumas ideias de belas entradas para espaços pequenos e sem grandes gastos.

1- Usar e abusar de quadros, gravuras, fotos. Nada como imagens para mostrar um pouco da personalidade de quem mora na casa. Um pequeno banco, almofadas e plantas fazem de um pequeno espaço, um grande luxo. 

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2- Cor e muitos quadros na entrada corredor  Marcar a entrada com uma cor forte, mantendo uma uniformidade nos objetos e molduras confere um a r de elegância à uma entrada corredor.  
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 3- Minimalista e elegante : Quem disse o minimalismo não pode ser aconchegante? Um tom cinza (que ainda é o queridinho dos arquitetos) e poucos elementos em madeira clara fazem uma entrada de arrasar. Arrasar como efeito e não o bolso... 
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 4- Espelho em composição harmônica - Um espelho comprido e funcional, desses encontrados facilmente, fica lindo quando disposto em uma combinação bem harmônica com móveis. Vejam que as linhas de baixo do armário e a de cima da prateleira se alinham com as extremidades do espelho.  
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 5- Economia de elementos : A entrada pode ter pouquíssimos elementos e ser muito charmosa. Ganchos nas paredes e um pequeno banco fazem toda a diferença. O segredo é escolher peças marcantes e cheias de personalidade.
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 6- Um toque escandinavo : O banco (peça coringa como já devem ter notado) pesado em madeira rústica e clara combina com o branco das paredes e moldura do espelho.  
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 7 - Atemporal : Moveis com desenho mais clássico combinam muito bem com cores marcantes. Aposte neles. 
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8 - Funcional porém divertido : É sempre muito prático se ter cabides na entrada para deixar casacos e guarda chuvas. Mas eles não precisam ser sisudos. Pense em alternativas diferentes. 
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9- Enxuto e eficaz - Um espelho e um cabide e nada mais para ser feliz...ou talvez uma mala ou duas pelo chão...
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 10 - Industrial e rústico - Se a aposta for por um estilo mais rústico, pense em madeira idem. E uma alternativa de banco com caixotes. Prático, bonito e multifuncional.  
Fonte
 11- Estilo mais oriental - Um ripado e está feita uma entrada muito estilosa e eficiente.
Fonte
 12 - Guardando as chaves - Seja como forma de segurança, seja como forma de esconder os molhos de chaves que ficam nas entradas, há formas de fazer isso de forma inusitada e criativa. Pense nisso.   
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 13 - Economia total de espaço e grana - E se o caso for de muito pouco espaço e muita pouca grana, que tal prateleiras móveis na parede?
Fonte
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2016/06/22

Bairro auto suficiente em Amsterdã

Cada vez mais as cidades se voltam para soluções de sustentabilidade ou pelo menos de propostas em que as comunidades possam gerar sua energia, gerenciar seus resíduos e tornar suas vidas mais auto suficientes.
Um novo bairro nas proximidades de Amsterdã parece ter encontrado uma vertente que o possibilita a ser mais um sistema mais regenerativo. União da empresa ReGen Villages com a empresa de arquitetura holandesa Effekt resultou em uma aldeia que vai usar vários métodos (aquaponia, permacultura, florestas de alimentos e agricultura biológica de alto rendimento) para produzir seu próprio alimento. O manejamento de resíduos também funcionam por um sistema fechado onde vão servir para compostagem, alimentação de peixes e aquacultura.  

O novo bairro utilizará energia que será gerada no local, uma combinação de 
solar, térmica solar, eólica, biomassa e geotérmica. A água da chuva será reaproveitada na agricultura e jardins e o lixo doméstico será transformado em energia por uma unidade de biogás.  

Uma proposta interessante que tem planos de ser expandida por mais países do mundo. A aguardar.

(Via)

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2016/06/21

Escola pós terremoto - cooperação, economia e adequação à cultura


Os terremotos são desastres naturais que que causam destruição. Imaginem então um projeto do bem que resultou em uma escola infantil para uma região devastada no norte da Tailândia. É o que vamos ver na Baan Nong Bua School que foi destruída e o orçamento para reconstruí-la era apertado. Como foi a solução?

Uma equipe de profissionais foi acionada e os recursos foram patrocinados fazendo da escola um projeto de cooperação das pessoas. Surgiu então esse espaço escolar com 215 m2 que conta com 4 salas de aula e espaço central de atividades. 
Os materiais utilizados, alguns doados, foram o aço na estrutura, placas de madeira modulares e bambu no fechamento. O aço foi escolhido também pela capacidade de absorver a vibração dos terremotos, além da facilidade de construção, mesmo em áreas rurais.  

O projeto é bastante flexível e permite que os espaços se modifiquem de acordo com as necessidades dos usuários. A arquitetura segue a tradição local de tetos altos que permitem que a luz natural entre nas salas de aula e o ar circule mantendo um conforto interno e reduzindo a umidade interna. Os prédios são construídos sobre suportes por ser uma zona de inundação.
Vários hábitos culturais são mantidos no projeto: Locais para os sapatos em um local onde eles são retirados na entrada, amplos beirais, a varanda interna que é um espaço semi público muito usado na região.   
Um projeto realizado em cooperação, econômico e adequado à região e à cultura onde se insere. 

Arquitetos: Junsekino Architect and Design

Fotografia: © Spaceshift Estúdio

Via


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2016/06/20

Shan Café - orçamento limitado com resultado muito charmoso

Os desafios para arquitetar esse café chinês eram o orçamento apertado e o pé direito alto para um andar, mas baixo para dois. Já se disse que de bons desafios nascem alguns dos melhores projeto. Foi o que pudemos constatar no Café Shan.

Inspirados no significado chinês da palavra Shan - montanha - os arquitetos bolaram um mezanino sobre um espaço que foi escavado no centro do café. A solução lembra a escalada de montanhas pelos clientes. O mezanino é um local com pé direito baixo e portanto aconchegante que é perfeito para encontros mais reservados dos clientes.

Materiais comuns como madeira e tijolos foram usadas em harmonia com prateleiras com plantas e elementos metálicos das estruturas gerando espaços que aliam organização e flexibilidade cheias de aconchego.









Localização: Beijing, China
Área: 600 m2
Projeto: Robot3 projeto
Fotos: Xi-Xun Deng
(Via)


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2016/06/16

Arquitetando aquarelas - urban sketchers

Projetar também é narrar uma história. Estes dias li essa definição em 8 hábitos de projeto de arquitetura e gostei demais. E fechou com outro livro que li esse mês, chamado "O Caminho estreito para os confins do Norte". Nele um dos personagens registra cenas de guerra para que fiquem na memória. Narrativas boas e cruéis, a vida se faz também nos desenhos que a representam. Imaginem então minha fascinação ao ler um livro que fala de como desenhar, pintar e contar histórias coloridas.      

Existem várias técnicas para se registrar momentos e histórias seja na Arquitetura, seja na Arte, seja simplesmente pelo prazer de desenhar. Uma delas é a aquarela.  
E mais que um livro didático sobre técnicas, a leitura do Aquarela para Urban Sketchers é um passeio divertido e instigante pela possibilidade de. 

Possibilidade de conhecer e aprender como se fosse uma diversão. Cá entre nós, eu não concebo outra maneira de mergulhar em algo senão assim. Primeiro passo para me fazer estudar com afinco: chamar a minha atenção de maneira prazerosa. Este livro conseguiu.  
Definições como : "Mais do que uma técnica, aquarela é uma atitude" e "aprender a ver é uma forma maravilhosa de dar início ao seu trabalho como pintor" carregam muito do que penso a respeito da expressão gráfica (e da vida).  


Eu não sou uma artista e não sei se vou retornar às pinturas com ecoline, mas me deu uma baita vontade de fazer isso só de ler como as cores se organizam e como podemos combina-las para contar nossas histórias.

E lembre que "seus desenhos são formados pelos fragmentos das impressões que você tem" e sendo assim "agarre o momento antes que ele desapareça levando consigo todas as suas cores." 


A aquarela não é simplesmente uma técnica – é quase uma atitude! Não importa se você é um artista, um urban sketcher ou alguém apaixonado por desenho: familiarizar-se com essa linguagem se tornará um desafio motivador capaz de introduzi-lo a um universo expressivo completamente novo.

Aquarela para urban sketchersComo desenhar, pintar e contar histórias coloridas



O AUTOR
Felix Scheinberger (Frankfurt, Alemanha, 1969) é designer e ilustrador. Seu
trabalho está voltado principalmente para o setor editorial de livros, com
eventuais contribuições para jornais, revistas e cenografia. Deu aulas de
ilustração na Hochschule für Angewandte Wissenschaften [Universidade de
Ciências Aplicadas de Hamburgo], na Alemanha, e exerceu a função de vicepresidente da Illustratoren Organisation desse país durante vários anos.

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