Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Arquitetura como instrumento da Paz



21 de setembro é o dia da Paz e neste vídeo o Arquiteto David Adjaye nos fala como a Arquitetura se encaixa como instrumento de paz.

Nosso mundo anda tão violento que urge pensarmos em como celebrar a Paz nos nossos atos diários e em como cada um de nós, em nossos afazeres diários, poderíamos atuar como embaixadores de atos de paz.

Sabemos que generosidade, compreensão e empatia são altamente desejáveis ​​para a construção de sociedades NÃO violentas. Mas como inseri-las no afazer Arquitetônico?

Penso rapidamente em uma série de requisitos que teria essa produção:




Que outras características teria, para você, essa arquitetura como instrumento de paz?

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