Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Museu Fryderyc Chopin - interatividade em prédio histórico

Hoje participei do almoço Clio onde o pianista Tiago Halewicz nos contou sobre sua experiência ao visitar um dos mais interessantes museus de Varsóvia que foi reinaugurado em 2010 nas comemorações do  bicentenário de Fryderyk Chopin. A gastronomia ficou a cargo dos chefs Leonardo Magni e Liliana Andriola.
Cardápio

Entrada
Fios de repolho com cenoura caramelada, creme azedo e caviar

Prato principal
Mil folhas de pato e cogumelos ao perfume de mangerona e molho de natas

Sobremesa
Torta de queijo fresco com calda de frutas vermelhas

Enquanto degustávamos esse excelente menu fomos brindados com uma visita a um museu, ultramoderno em termos de interatividade, localizado em um palácio. O antigo palacete Ostrogski foi reformado por um escritório de arquitetura italiano  e recebeu uma série de equipamentos audiovisuais que o tornam acessível a todas as faixas etárias e tipos de público.
É possível fazer uma viagem pelo mundo do compositor de maneira autônoma e de acordo com o interesse do visitante. Um cartão inteligente serve como ingresso e chave para imensas possibilidades visuais e sonoras
Graças a diversos monitores, projetores e caixas de som, "o visitante pode seguir um itinerário adaptado aos seus próprios interesses e capacidades de percepção", explicou à AFP a curadora do museu, Alicja Knast.
O visitante ativa diferentes elementos da exposição graças a um mapa inteligente que serve como ingresso e chave, abrindo as paisagens visuais e sonoras a sua escolha. As crianças tem sala especial munida com telas táteis.
O site do museu é www.chopin.museum.
Fonte




Eu fiquei particularmente fascinada pelas possibilidades de interação que a intervenção arquitetônica proporcionou. Salas abrem possibilidades ao contato do cartão entrada, mostram vídeos, apresentações sobre vidros onde sombras tocam piano, e permitem que essas informações sejam armazenadas para que numa posterior visita se saiba o que já se viu.

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Comentários

  1. an?????? nada entendi... me desculpe, mas há coisas que nos fogem de nossa realidade. Isso é fato? conte-me com suas palavras.

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  2. Eu não vi ao vivo, mas o palestrante sim. E o que mostrou e contou também me deixou sem fala. Queria um museu assim aqui. Beijos

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