Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...
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"Você simplesmente ainda não precisou calcular o chão antes de dar o próximo passo." Exatamente, querida Elenara!
ResponderExcluirDepois de uma atrodese, e várias hérnias de disco, andar em São Paulo ficou muito complicado, e este é um drama que se vive em qualquer canto deste nosso Brasilzão.
Fato é, que se a responsabilidade pela calçada é do munícipe, qualquer tentativa de normatização fica interompida pelas divisas dos lotes, então degraus aparecem, pisos dependem do gosto de cada qual, e estas condições promovem um "brotar" desordenado de canteiros, postes, árvores, interferências de todo tipo...
Ora, ao final das contas, são sempre os munícipes que arcam com os custos das calçadas, logo, seria apenas descomplicar, se este encargo fosse de municipalidade.
Parece tão lógico e no entanto é um jogo de empurra onde todos perdem. Alguns perdem a vida, inclusive. E é uma providência que agradaria a todas as camadas sociais...
ResponderExcluirA calçada é a via que leva o aluno para a escola, o idoso e a mãe com criança pequena para a praça, o trabalhador para o ponto de ônibus… Ela deve ser vista como infraestrutura básica, assim como as de água e esgoto. Vamos pensar em um projeto de lei que obrigue o poder público a criar calçadas que garantam a mobilidade ativa?
ResponderExcluirUma necessidade imediata e nunca solucionada. Temos que unir forças para garantir isso
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