Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Onde guardar os vinhos que estamos comprando mais

 

arquitetando ideias
Isso talvez explique o incremento no consumo de vinho nos últimos anos, aqueles em que estivemos mais retraídos em nossas casas. Recebi um release interessante falando sobre isso. Entre os dados divulgados pela 
plataforma cupomvalido.com.br, houve um aumento de mais de 30% no consumo per capita. Ficamos atrás apenas da Argentina. Não é pouco.


Faço parte deste contingente de 83 milhões de brasileiros que curtem consumir um bom tinto. Tinha uma preferência pelos chilenos e argentinos, mas em função da pandemia passei a prestigiar a indústria local, pensando também na manutenção das empresas e empregos. Acho importante.

Já aviso que não sou uma expert e aproveitei as lives de wines trip para aprender um pouco mais. Lágrimas, terroir, cheiros e sabor sempre foram algo instintivo. Mas sim, existem regras. 

Leia aqui: 


Na minha memória de casa, não tinha nada disso. Meu pai comprava um garrafão, tomava um copo no almoço e seguia sua vida. Eu já tenho uns três abridores, taças daquelas enormes que ajudam a balançar o líquido, que nunca deve ser colocado com exagero. Ajudam também a sentir os aromas. Nunca sinto. Gente!! Queria muito sentir todos aqueles cheiros de madeira, frutas vermelhas, canela, hortelã, tutifruti e camarão assado....no máximo sinto o cheiro de uva. Não me levem a sério. Já disse que não sou bebedora profissional. Mas aquela coisa de bochechar faz diferença sim. O líquido penetra em toda a boca e enchem as papilas gustativas de uma sensação que faz toda a diferença depois.


Os sites de vinhos ajudam bastante a abastecer a adega. Aí surge a necessidade de ter onde guardar. Existem as mais diversas formas, algumas mais sofisticadas, outras mais econômicas. Aos mais sofisticados, que adquirem vinhos mais caros, recomendo adegas climatizadas. Aos que como eu, compraram mais, mas mesmo assim, ainda pouco, podem até aproveitar algum vão de estante. Mas sempre tenho o cuidado de deixa-los ao abrigo da luminosidade e deitados. 

Abaixo algumas inspirações de adegas e lá embaixo o infográfico da pesquisa que citei lá no início.


rolhas na decoração








  

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