Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Onde guardar os vinhos que estamos comprando mais

 

arquitetando ideias
Isso talvez explique o incremento no consumo de vinho nos últimos anos, aqueles em que estivemos mais retraídos em nossas casas. Recebi um release interessante falando sobre isso. Entre os dados divulgados pela 
plataforma cupomvalido.com.br, houve um aumento de mais de 30% no consumo per capita. Ficamos atrás apenas da Argentina. Não é pouco.


Faço parte deste contingente de 83 milhões de brasileiros que curtem consumir um bom tinto. Tinha uma preferência pelos chilenos e argentinos, mas em função da pandemia passei a prestigiar a indústria local, pensando também na manutenção das empresas e empregos. Acho importante.

Já aviso que não sou uma expert e aproveitei as lives de wines trip para aprender um pouco mais. Lágrimas, terroir, cheiros e sabor sempre foram algo instintivo. Mas sim, existem regras. 

Leia aqui: 


Na minha memória de casa, não tinha nada disso. Meu pai comprava um garrafão, tomava um copo no almoço e seguia sua vida. Eu já tenho uns três abridores, taças daquelas enormes que ajudam a balançar o líquido, que nunca deve ser colocado com exagero. Ajudam também a sentir os aromas. Nunca sinto. Gente!! Queria muito sentir todos aqueles cheiros de madeira, frutas vermelhas, canela, hortelã, tutifruti e camarão assado....no máximo sinto o cheiro de uva. Não me levem a sério. Já disse que não sou bebedora profissional. Mas aquela coisa de bochechar faz diferença sim. O líquido penetra em toda a boca e enchem as papilas gustativas de uma sensação que faz toda a diferença depois.


Os sites de vinhos ajudam bastante a abastecer a adega. Aí surge a necessidade de ter onde guardar. Existem as mais diversas formas, algumas mais sofisticadas, outras mais econômicas. Aos mais sofisticados, que adquirem vinhos mais caros, recomendo adegas climatizadas. Aos que como eu, compraram mais, mas mesmo assim, ainda pouco, podem até aproveitar algum vão de estante. Mas sempre tenho o cuidado de deixa-los ao abrigo da luminosidade e deitados. 

Abaixo algumas inspirações de adegas e lá embaixo o infográfico da pesquisa que citei lá no início.


rolhas na decoração








  

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