Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

O mundo vai acabar? Vamos fazer um mundo novo

Uma das maneiras de mudar o mundo pode ser rápida, divertida e não custar muito dinheiro. Achou complicado? Pois não é não. 

Veja o que diz esse arquiteto e urbanista brasileiro, o Edgard Gouveia Júnior que é diretor executivo da ONG Instituto Elos e faz um trabalho lindo para mudar o mundo. E faz isso com um trabalho em equipe e ações focadas na realidade próxima, usando a mobilização via internet e redes sociais. Segundo ele, os jovens tem algumas caracteristicas que devem ser respeitadas e aproveitadas:


  • Aproveitam os horários livres para trabalhos de curto prazo (VELOCIDADE)
  • Encontram soluções grátis ou quase isso (GRATUIDADE)
  • Diversão em grupo (DIVERSÃO)
E foi pensando assim que se criaram vários grupos no que ele chama de microrevoluções. E vai lançar o PLAY THE CALL, uma imensa gingana on-line onde se vai poder reunir gente e realizar várias missões que podem ir desde plantar uma árvore, reformar uma praça, limpar rios. Ou seja, se reúnem as pessoas via virtual para ações na vida real, brincando de fazer o bem. E o brincar é que faz toda a diferença.


“O Play The Call vai permitir que participantes do mundo todo se comuniquem e troquem experiências aprendendo uns com os outros, se incentivando mutuamente. Se você chama os amigos para trabalhar, fica difícil. Mas chamar para brincar é muito melhor”


 “Só brincando somos capazes de voltar a ser crianças, nos desprender dos preconceitos e ativar o que há de melhor em nós mesmos para jogarmos juntos”

"Seja lá o que você faça, seja lá qual for o seu “chamado” no mundo, não lute por isso. Não se sacrifique. Brinque com isso. Adicione felicidade e permita que todos os seus amigos possam participar também. O mundo que a gente está sonhando construir já começa aqui e agora. Não só lá na frente. "

Edgard Gouveia Junior

Então já que hoje vai acabar o mundo segundo a tradição maia, que tal começar logo um mundo novo? Rápidamente, gratuitamente e se divertindo? 



Fontes 

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