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Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

O que fazer em tempos de quarentena?

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Vivemos em tempos de cuidados. A OMS declarou uma pandemia em função do COVID-19 (o chamado coronavirus).  Uma pandemia (do grego παν [pan = tudo/ todo(s)] + δήμος [demos = povo]) é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada numa grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o Planeta Terra. (Wikipédia) . A recomendação é que nos resguardemos de contatos sociais o máximo possível para   evitar uma maior disseminação da doença e consequente acúmulo de pessoas nos sistemas de saúde. Nossa parte, como cidadãos, é cuidar de nossa saúde para resguardar a saúde de todos. Os que amamos, os que conhecemos, os desconhecidos. Os que podem, devem evitar sair de casa. Por enquanto de forma espontânea. Os que não podem, devem se cuidar da melhor forma possível. Podemos flexibilizar horários de trabalhadores, fornecer meios de higiene e ajudar no que estiver ao nosso alcance. E o que fazer em tempos de quarentena?  ...

O mundo vai acabar? Vamos fazer um mundo novo

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Uma das maneiras de mudar o mundo pode ser rápida, divertida e não custar muito dinheiro. Achou complicado? Pois não é não.   Veja o que diz esse arquiteto e urbanista brasileiro, o Edgard Gouveia Júnior que é diretor executivo da ONG Instituto Elos e faz um trabalho lindo para mudar o mundo. E faz isso com um trabalho em equipe e ações focadas na realidade próxima, usando a mobilização via internet e redes sociais. Segundo ele, os jovens tem algumas caracteristicas que devem ser respeitadas e aproveitadas: Aproveitam os horários livres para trabalhos de curto prazo (VELOCIDADE) Encontram soluções grátis ou quase isso (GRATUIDADE) Diversão em grupo (DIVERSÃO) E foi pensando assim que se criaram vários grupos no que ele chama de microrevoluções. E vai lançar o PLAY THE CALL , uma imensa gingana on-line onde se vai poder reunir gente e realizar várias missões que podem ir desde plantar uma árvore, reformar uma praça, limpar rios. Ou seja, se reúnem as pessoas via virtu...