Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...







O Mãe sofreu uma reforma absurda anos atrás para justamente deixar de ser um hospital e ser um hotel, buscando saude e recuperação. Há quem critique tanto conforto, há quem goste.
ResponderExcluirParticularmente, embora trabalhe no entorno, odeio estar em um hospital com cara e cheiro de hospital.
As vezes muito luxo requer contenção de despesas, e isso acaba batendo de frente justamente onde nao poderia - cuidados com o paciente - cliente.
Beijos
Tem esse outro lado também. A última vez em que estive lá como acompanhante (foi em 2010 acho) eu critiquei a parte administrativa no folheto de satisfação do cliente/paciente. Estava tudo muito desorganizado. Esse ano já me pareceu melhor.
ResponderExcluirDo hospital em que meu pai ficou internado neste ano, só fiquei um pouco descontente com o elevador que demorava e demorava e demorava.
ResponderExcluirBoa Noite!
Então é meio regra geral. Nesse onde ficamos também demora. E é pequeno. Mas no prédio velho. No novo eles já são maiores, mas não atendem todos os andares. Acho que por questão de segurança interna, os grande elevadores foram fechados para os andares de internação e só atendem os exames.
ResponderExcluirAbraços
E teve um dia que parou, ainda bem que eu não estava lá.
ResponderExcluirParou ? O elevador ? Aí é bem complicado.não é mesmo? A manutenção é um ponto crucial em elevadores.
ResponderExcluirAbs