Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Hehe... adorei! É que eu acho que eles tentam transmitir, com palavras, as sensações agradáveis ou desagradáveis que a estética pode desencadear.
ResponderExcluirMas é uma tentativa discutível, pois, como dizem, uma imagem vale bem mais que mil palavras...
Tem coisas que irritam. Estes são os "memes" de linguagem, que se repetem e se repetem sem sabermos suas origens. Uma coisa que me irrita profundamente nos vícios de linguagem é o "gerundismo" (virou tendência). Mas tem um que é mais que irritante: o uso indiscriminado do "entendi" .. meeeeeu deeeeus, que coisa horrivel, para tudo o sujeito entendeu!. Acho que originou de AnaMariaBrega: insuportável! Risos e beijos
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