Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Olá! Ótimo assunto você escolheu. Eu gostaria de sugerir também esta adaptação para pessoas que tb sofrem de doenças o como parkinson e que tiveram AVC com lesões leves. Gosto deste blog! obrigado! Graziele Henke
ResponderExcluirObrigada Graziele,
ResponderExcluirPor coincidência esse banheiro é utilizado por um portador de Parkinson (mas com poucos sintomas) e por uma pessoa que teve um AVC, mas sem sequelas. Vou aprofundar mais o estudo. Em principio teríamos que ter um acesso mais amplo para o box, para permitir cadeira de banho, e sem barreiras.
Gostei da sugestão.
beijos
Ótimo post! Adorei!
ResponderExcluirTapetes anti derrapantes são ótimos.
É ruim não ter um tapete no banheiro, ainda mais no inverno, e ainda mais em casos de idosos com gripe!
Parabéns!