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Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Paisagismo comestível

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Eu já não sei comer sem buscar meu manjericão fresquinho ali na horta - ops ! na janela da área do meu apartamento.  E quando a Lucianna do blog As Donna's  veio me mandar o link da reportagem sobre paisagismo comestível , me lembrei do quanto podemos fazer em prol de nossa saúde e alimentação saudável em pequenos espaços. E numa pesquisa rápida no Pinterest  achei vários exemplos de arranjos super interessantes como esse daqui de baixo que reúne uma variedade bem grande de hortaliças em uma parede relativamente pequena. Uma sementeira pode ser feita em uma caixa de sorvete usada. Eu aproveito bastante aqui em casa essas caixas: de abrigo de prendedor de roupas a vaso de plantas....E se a proposta for algo mais charmoso, a ideia abaixo cabe como uma luva. Estou torcendo para que o meu bonsai logo fique assim, carregado....mas como essa laranjeira é bem maior que ele, um vaso pode ser a solução em um canto de jardim. E que tal usar gravetos colhidos do ja...

Chão de fábrica e a oficina de reciclagem

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Quando fiz meu mestrado na Engenharia de Produção estudei várias filosofias de produção : sistema taylorista, just in time, construção enxuta e por isso, quando saímos das salas de diversão da Fábrica da Felicidade  e fomos ver o chão de fábrica  fiquei boquiaberta. Começou pelos equipamentos de segurança que usamos só para ver por cima o processo. Capacetes e proteção para os cabelos.  Foto Otagai Midias Sociais E um processo totalmente automatizado desde a formação da garrafa pet, envasamento, rotulagem e embalagem para distribuição. Eu fiquei muito fascinada pela logística da fábrica  E para finalizar entramos em uma sala muito especial com uma oficina de reciclagem. Ali pudemos ter uma ideia do quanto é possível fazer objetos criativos e bonitos com embalagens usadas. De luminárias feitas com garrafas pet, revestimentos de parede, bolsas, pastas, bancos...uma série de objetos tomam forma de tampinhas, de latas, de restos de pet que reciclados, ...

Felicidade tem fábrica ?

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Ontem foi um dia super diferente. Viagem vapt-vupt para conhecer algo também muito bacana. A Fábrica da Felicidade. Sim, ela existe e fica em Jacarepaguá no Rio de Janeiro. É a fábrica da Coca Cola (franquia Andina Brasil) Um projeto super simpático, dirigido ao público infantil. Infantil ? Na verdade é dirigido à criança que existe em cada um de nós. A visita começa em uma sala intimista, toda pintada de preto, o que já nos leva a uma ambiente de descobertas. Uma equipe super gentil recebe os visitantes, explicando cada passo, passando filmes, num encaminhamento que busca estimular os sentidos e aguçar a curiosidade.   A visita prossegue para uma espécie de museu visual coma história da Coca Cola mundial. Uma sala clara, com várias propagandas antigas, e surpresas como esse desenho aí do lado, nos mostram como o produto evoluiu em desenho, embalagem e campanhas. Um bar tem uma exposição de garrafas antigas.  E eu sou muito fã da ga...

Se as casas sonhassem....

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Se as casas sonhassem diriam o quê ? Falariam de sonhos e quimeras talvez. Falariam de espaços que se escondem e se mostram, de acordo com a luz. Mistério. Talvez falassem de belezas em forma de espaços, geometria e som. Luz e sombra. Alegria e descoberta. Vontade de ser a mais bela, a mais intensa, a que traz mais felicidade. O que diriam as casas, se sonhassem ?  555 KUBIK | facade projection from urbanscreen on Vimeo .

Telhas de Tetrapack

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Na época do Forum Social Mundial 2005 em Porto Alegre, as construções que abrigavam eventos e seminários eram em práticas ditas alternativas. Um deles com telhas feitas de caixinhas tetrapack recicladas. Na época isso era muito novo por aqui. O ambiente ficou bem interessante conforme podem ver nas fotos acima, todas de minha autoria. E agora, amigos de São Paulo, estão fazendo experiências usando não apenas nas telhas, mas também nas divisórias. Vejam abaixo: E acompanhem essa experiência pelo link Telhado Verde Synaptico