Blog da Arquiteta Elenara Stein Leitão que, desde 2004, fala sobre arquitetura, urbanismo, interiores e design abordando assuntos ligados à sustentabilidade e uma concepção de espaços que conciliem bom gosto, funcionalidade e aconchego com um toque humano.
No Café Alta Política, no dia 14 de agosto de 2026, tive a oportunidade de representar o Coletivo Metamorfose da Vida e falar sobre envelhecimento, autonomia e o papel que cada pessoa pode assumir na construção da própria longevidade. O Café Alta Política é organizado por Julio Pujol e Giselle Hubbe. Um encontro no belo café do Margs em Porto Alegre. Este foi o 60º e teve como tema Leituras do Envelhecer. Junto comigo para um bate papo, o ex-vereador e Secretário Adjunto de Inclusão e Des. Humano de Porto Alegre e Vinicius Kaster, Secretário Adjunto de Esportes de Porto Alegre. Falei sobre minha formação como arquiteta, mestre em Engenharia de Produção e integrante do coletivo Metamorfose da Vida, e como uma experiência mudou minha maneira de olhar para a vida e para a arquitetura: durante cerca de 20 anos, acompanhei o envelhecimento e o adoecimento dos meus pais. E aprendi como a sala de espera de uma UTI pode ser uma espécie de pós-graduação sobre a condição humana. A partir dessa ...
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Fascínio das miniaturas
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Miniaturas...uma fascínio para muitos.
Nunca me detive a respeito da origem dessa síndrome de Gulliver em Lilipute. Gulliver é um médico que naufraga (coisa comum na literatura dos séculos passados) e vai cair em uma terra onde ele é um gigante e todos são minúsculos. As situações parecem divertidas vendo as dificuldades de se adaptar aos ambientes e utensílios feitos para outra escala que não a dele. Que o digam as pessoas que fogem aos padrões considerados normais pela sociedade...Pois bem essa terra de Lilipute está envolta em uma guerra de duas facções que se digladiam e por aí vai a história que muitos devem fazer uma relação com a vida real. E era para o autor que retratou a disputa vigente na Inglaterra de sua época, entre os "whigs (liberais, que resistiam à ascensão de um rei católico) e os tories (conservadores e defensores do direito divino ao trono)".
Pois é, fugindo da ficção (?) e partindo para a vida real, encontramos muitos desses objetos que parecem vir de Lilipute em ofertas e em vídeos. Um que me chamou a atenção foi esse abaixo, em que é mostrado um processo singelo de fazer o café para uma minúscula xícara...
Não sei vocês, mas isso me encanta. Me lembra um tempo de mais delicadeza, onde os gestos sutis tinham mais lugar e onde se podia sonhar com mundos de quimeras e quem sabe, construir utopias.
Não sem coincidência, que elas não existem e sim sincronias com as energias reinantes, fui escolhida pela arquitetura, essa profissão que brinca com as escalas, e onde podemos simular em maquetes, os ambientes que projetamos para a vida real.
Talvez isso também explique esse meu olhar mais terno até sobre essas invenções que usam objetos do cotidiano para simular um mundo liliputiano que enxergamos como Gulliveres, em nossa ânsia de fazer um mundo todo certinho, ou pelo menos do jeito que achamos ser certo.
E aspiramos ter aquelas maravilhas do Design que jamais caberão em nosso orçamento na escala real, mas que podem estar em nossas estantes em sua forma mais pequeninha. E brincamos de ser "cult"
Lindo sua matéria, estou aqui pq minha amiga tem uma filha que gosta de miniaturas e estou procurando algo para fazer para ela, já me ajudou muito, entrei no site indicado e vi q podem ser feitas de epóxi. Obrigada!
Sua opinião é super importante para nós ! Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas nos comentários. Links comerciais serão automaticamente excluídos
Essa casa super simpática me lembrou de imediato duas referências: Uma, os edificios em Atenas que ficavam perto do meu hotel. Todos tinham imensas floreiras que fazia com que ficassem tão simpáticos! Mas olhando com mais foco, me veio a segunda referência. Na verdade as fachadas da frente e fundos são como segundas peles, floreiras que criam um micro clima super agradável no interior do prédio. Justo como a casa do colega Oscar Muller. Eu juro que tenho fotos no computador, mas não consegui acha-las para colocar aqui. A dele é uma casa de vila e, na parte dos fundos, tem uma cortina de metal onde as plantas, em geral trepadeiras, se mesclam e criam um efeito super interessante. Não achei mais referências sobre esse projeto no site e não sei o autor do projeto e nem como é feita a manutenção das floreiras. Em algumas se tem alcance por dentro da casa, em outras me pareceu um pouco complicado, mas o conceito é super bom. PS: O Elcio no comentário abaixo deixou o link com ...
Como é o processo projetual de um/a Arquiteto/a? Difícil de mensurar. Me lembro quando estava no mestrado, tinha gente pesquisando os tais processos de qualidade. Para mim, mensurar quantitativamente o processo de projetar, na época, me parecia surreal. Já escrevi aqui um chamado sobre "Como você projeta? " onde expliquei mais ou menos como funciona o meu processo. E agora achei um guia rápido falando sobre isso nesse site , descrevendo exatamente o Processo de Projetar. Vale a visita para visualizar a quantidade de material gerado por um projeto. Vamos passear por ele? Passo 1: Entrevista e discussões iniciais Esse passo é fundamental. Na minha experiência profissional já posso até dizer quando um projeto vai dar certo ou não. É preciso empatia com o proprietário. Não, não se precisa pensar igual, nem quer dizer que vamos ficar amigões, mas é preciso uma cumplicidade e empatia para atingir um objetivo comum. E, fundamental, é a eta...
DIREITO À PAISAGEM Adeli Sell “O belo é o esplendor da ordem” - Aristóteles Os campos, as montanhas, as colônias são lugares abertos, há poucos obstáculos feitos pela mão humana; logo, quando falamos de DIREITO À PAISAGEM, estamos falando de cidades, de espaços construídos, obstruídos, que mudaram a paisagem original. Por isso temos que falar do DIREITO À CIDADE. É uma relação sujeito-objeto. O mundo e os seres humanos se afetam mutuamente. DIREITO Á CIDADE O Direito à Cidade é um direito difuso e coletivo, de natureza indivisível, de que são titulares os habitantes da cidade, as gerações presentes e futuras. É o direito de habitar, de usar, de participar da produção de cidades justas, inclusivas, democráticas e sustentáveis. Alguns falam de cidades inteligentes, pois estas teriam o condão de serem efetivamente mais justas. É na Lei n° 10.257, de 10 de julho de 2001 que temos a Regulamentação dos artigos 182 e 183 da Constituição Federal, estabelecendo diretrizes gerais da po...
Arquitetura....sonho dourado de muitos jovens que sonham com um futuro glamouroso e cheio de notas na conta bancária. Mas será realmente assim? Veja algumas razões de porque NÃO fazer arquitetura. 1- Principal motivo: DINHEIRO. Para os que visam a recompensa financeira em primeiro lugar: Arquitetura não é uma mina de ouro. Esqueça os figurões que vê na mídia com escritórios em Miami e Paris. Eles são a minoria da minoria. A grande maioria dos colegas arquitetos está ralando em seus escritórios ou em escritórios alheios. E ainda faz bico no fim de semana. 2- Recompensa intelectual : Tudo bem, não vou ganhar rios de dinheiro, mas vou ser reconhecido como uma pessoa criativa e maravilhosa que vive para ajudar os outros. Sim! Ajudar os amigos, parentes e conhecidos dando palpites de como eles podem arrumar suas casas e espaços. Palpite não é projeto , lembre. Sem contar que fica horas pesquisando para achar soluções interessantes e vem alguém e copia. E leva as glórias. 3- Saúde ...
gostaria de saber onde posso adquirir peças de miniaturas
ResponderExcluirAbaixo das fotos, existem os links de onde foram tiradas. Talvez ali ajude a achar locais onde vendem miniaturas. Em bazares costumam ter também.
ExcluirLindo sua matéria, estou aqui pq minha amiga tem uma filha que gosta de miniaturas e estou procurando algo para fazer para ela, já me ajudou muito, entrei no site indicado e vi q podem ser feitas de epóxi. Obrigada!
ResponderExcluirQue bacana, Lílian! Fico feliz! Abraços
Excluir