Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Arquitetura ajuda no processo de terapia do câncer

Uma casa de apoio para pacientes com câncer onde a arquitetura possa ajudar a incrementar novo ânimo para o enfrentamento da doença é a proposta do novo Centro de Câncer de Maggie, projetado pelo escritório de Norman Foster em Manchester, na Inglaterra.

A fundadora desses centros de terapia, Maggie Jencks, propunha essas casas que fossem acolhedoras e tivessem a atmosfera de lar para ajudar na cura das pessoas afetadas por câncer, apostando que esse tipo de espaço ajudaria no aspecto emocional dos pacientes.

Todo o espaço é organizado de modo a permitir que a luz natural seja abundante na edificação térrea e ela se abre aos jardins externos com generosidade. 
Os espaços internos privilegiam o contato, sendo o seu ponto central uma grande cozinha e comedor comunitário. Nada lembra um hospital, ao contrário, os ambientes e materiais escolhidos lembram as casas das pessoas com um ar doméstico familiar e agradável.  
Em um dos extremos existe uma estufa onde as pessoas podem manter um contato com a terra, plantar, regar e ver o crescimento das plantas e flores, exercício saudável de vida e terapia.


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