Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Estou orando por vocês. Força, amiga!
ResponderExcluirQuerida Elenara tão lindo e tão verdadeiro tudo que escreveste,realmente chega um momento na vida que os papéis se invertem, os troncos vivos e fortes,
ResponderExcluirviram galhos frágeis,que temos que cuidar com carinho até que o grande arquiteto da natureza os venham podar!
Teu pai foi uma pessoa que veio e cumpriu com brilhantismo e sabedoria todas as funções que Deus hle destinou.Foi e sempre será sempre um grande orgulho para todos nós!Deixou contigo a coragem e a garra pela vida!Que Deus
te proteja neste momento difícil
.Não fui tão valente assim,ontem quando teu tio saiu chorando da UTI,eu não pude entrar
Realmente este é um momento de muita dor mas a vida tem que seguir seu rumo . Os ensinamentos que ele nos deixou serão eternos em nossos corações
Querida Elenara tão lindo e tão verdadeiro tudo que escreveste,realmente chega um momento na vida que os papéis se invertem, os troncos vivos e fortes,
ResponderExcluirviram galhos frágeis,que temos que cuidar com carinho até que o grande arquiteto da natureza os venham podar!
Teu pai foi uma pessoa que veio e cumpriu com brilhantismo e sabedoria todas as funções que Deus hle destinou.Foi e sempre será sempre um grande orgulho para todos nós!Deixou contigo a coragem e a garra pela vida!Que Deus
te proteja neste momento difícil
.Não fui tão valente assim,ontem quando teu tio saiu chorando da UTI,eu não pude entrar
Realmente este é um momento de muita dor mas a vida tem que seguir seu rumo . Os ensinamentos que ele nos deixou serão eternos em nossos corações
Força, Elenara!
ResponderExcluirDe longe, mas contigo,
Oscar & Sil
Já passei por isso e perdi os dois num espaço de oito meses.Não é fácil, a dor é enorme mas creia Deus sabe de todas as coisas e nunca nos abandona.Força e estou rezando por vocês.
ResponderExcluirQue Nossa Senhora te envolva em seu manto de proteção.
ResponderExcluirElenara, o que tu escreveu toca fundo na gente... Já sinto algo semelhante há algum tempo, em relação aos meus pais, de que eles estão a cada dia mais frágeis e precisando cada vez mais de nós, embora em grau bem menor ainda.
ResponderExcluirAdmiro tua força e espero ter metade dela quando precisar.
Estou orando para que meu padrinho vença mais essa batalha.
E, também, por ti e pela Tia Helena.
E por todos nós que estamos unidos neste momento.
Lembrei do texto do Carpinejar, onde ele também menciona essa inversão de papéis a que tu se referiu.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2013/10/fabricio-carpinejar-todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai-4290444.html
Sei que nessas horas não tem muito o que dizer, ainda mais quando a emoção e o amor falam mais alto.
Mas, fiquei pensando aqui, será que essa inversão não alcança outras esferas?
Eu imagino como deve ser difícil para um pai, que durante toda a infância, zelou e protegeu o filho, deixá-lo, de repente, livre para enfrentar o mundo, seguir seu próprio caminho e tomar suas próprias decisões, sabendo que pode (e vai) quebrar a cara e sofrer.
E isso tende a acontecer com qualquer relação amorosa. Quando amamos, tentamos proteger, a todo custo, a pessoa amada, de todos os males e, às vezes, por amar demais, podemos acabar causando-lhe ainda mais sofrimento.
É bem difícil traçar um limite onde a proteção daquele que ama começa a afetar a liberdade do ser amado.
Entretanto, se ultrapassado esse limite, o ser amado tende a começar a agir, não por si, mas pelo bem do outro.
É quando o ser amado se torna refém do nosso amor.
Amar, nesse ponto, é, também, saber desapegar.
Imaginemos um filho que precisa se mudar para o Japão para realizar seu sonho e que, fazendo isso, seus pais não poderão vê-lo durante muitos anos. Se ele for refém do amor dos pais, não fará a viagem. Ficará junto deles, embora em sofrimento.
O amor dos pais, nesse caso, deverá ser grande o suficiente para que lhe façam ir.
A nossa tarefa, enquanto "filhos em desvio de função", é ainda mais difícil.
Difícil saber quando a vida se transformou em sobrevida.
Difícil saber quando a sobrevida se tornou apenas um prolongamento do sofrimento.
Difícil saber se a pessoa está lutando por ela mesma, ou apenas por nós.
O fato é que, diferentemente do filho que deixa de ir para o Japão, nossos pais, de um jeito ou de outro, um dia, farão a viagem.
E, também como no exemplo do Japão, esse dia será mais difícil para nós.
Do que para eles.
;')
Bjo no coração
Com amor,
Cássio
ELENARA,
ResponderExcluirboa tarde!
Ñ sei se nos conhecemos (como te escrevi) - ms ñ é isso q importa agora. Li tua mensagem e, como os demais, emocionei-me. O q o Cássio escreveu: 'vida..sobrevida, ficam por ós e ñ por eles... prolongamento do sofrimento... '
Bem. moro no Rio há anos. Viajava 1, 2 x/mês para POA visitar minha mãe, que, durante 2 anos e meio, permaneceu sobre uma cama sem falar, poder comer normalmente, e outras tristezas. Pedia a Deus a salvasse... Até q minha tia me disse: "Mirna, pede a Deus o melhor PARA ELA... ela pode estar aqui apenas por tua causa"... Passei a orar diferente e, dentro de uns dez dias, ela partiu suavemente... Se viva estivesse, teria a idade aproximada de teu pai... Agora, vive entre os anjos...
Que Deus te ilumine e guarde, dando-te as forças necessárias para um momento assim tão triste... os que acreditam na imortalidade da alma , em sua transcendência, sentem que os seres amados partiram apenas fisicamente. Que Deus haja de forma que teu querido pai não sofra.
Fraternal e carinhosamente,
Mirna Cavalcanti de Albuquerque.