Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...




Vai entender... primeiro era prejudicial o fato da tecnologia diminuir nosso poder de locomoção. Agora, fazer esforços significa nos fazer ficar mais doentes? Definitivamente, não entendo.
ResponderExcluirFazer exercícios sempre é saudável, mas sob orientação. Quando estamos já mais debilitados, esforços podem ser cansativos.
ExcluirQuase meu casamento acaba num ape de 90 m2 mais garden. Com criança, todo tempo nos trombando, qualquer bagunça fica imensa..nunca mais, tenho horror a apto depois disso. Meu 1o e ultimo. Bonito de ver, pessimo de morar. Dificil é encontrar tamanhos humanos que caibam no bolso, pq casinha pra cachorro tem muitas. Obg pelo artigo
ResponderExcluirO espaço é muito importante e impactante em nossas vidas. Obrigada pelo depoimento, Desirée. Abraços
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