Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...
está uma onda de gelte mal educada nos blogs e facebook que eu vou te contar. insuportável! ontem, fizeram uma ofensa incrível contra a @margaretss, logo ela que é tão divertida e tão solícita. Beijooooo
ResponderExcluirReparei que as pessoas andam estressadas e mau humoradas. Pena delas, mas a vida é um Eco. E não ajuda nada, na vida prática, sair distribuindo ironias on. Não vi o que houve com a @margaretss, nada a ver não é mesmo ? Beijo
ResponderExcluirAlém da barriga tanquinho e a cara sem rugas, a versatilidade na absorção de novas tecnologias também passa... O jovem mal educado do comentário, se tiver a sorte de envelhecer, ainda vai morrer de inveja dos vovôs e vovós internautas de hoje!
ResponderExcluirFazíamos cálculos "na unha", literalmente na ponta do lápis. Vimos aparecer as primeiras calculadoras portáteis, elas evoluiram e nós precisamos aprender a programá-las. Migramos do vegetal e nankim para o desenho assistido por computador, e não apenas para uma versão mais nova do CAD, com mais uma ferramenta!
Duvide-o-dó que esta geração mais nova tenha metade do jogo de cintura, ou da capacidade de adaptação que nos foi exigida, e sabe por que? Porque diferente deles nós fomos treinados desde cedo no sivirômetro, não bastava apelar pro Titio Google e obter infindáveis tutoriais sobre qualquer coisa, havia que descobrir, criar, inventar, fazer seu próprio caminho, e quem parava para respirar era atropelado...
O tanquinho vai, a ruga vem, mas os recursos que amealhamos no percurso ficam. E entre eles, reputo como o mais valioso a sabedoria que pude absorver dos vovôs e vovós que convivi, cuja trajetória de vida passou por duas grandes guerras, e tiveram sua realidade transformada com o advento do rádio, e não apenas do celular.
Para esta sabedoria o Google não disponibiliza tutorial nenhum.
Um beijo do vovô,
Oscar
Não ligue Elenara.
ResponderExcluirVocê faz um trabalho incrível. Continue assim.
A internet é uma porta para os xingamentos anônimos, isso já é rotina para quem meche com a web.
Quem toma essas atitudes não pensa na pessoa do outro lado que lê a mensagem, ou quando o faz, acha que não irá se importar.
Parabéns por ser a pessoa que é.
Abraços carinhosos.