Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Olá Elenara,
ResponderExcluirO Oscar me passou o link do seu blog há um tempo e tenho acompanhado seu blog há um tempo. Hoje, recebi um e-mail do Oscar me pedindo para entrar aqui e me deparo com uma foto minha e do Isaías finalizando minha escada!! Que legal!!
Nos mudamos há poucas semanas, e ainda tem alguns acabamentos não finalizados. Mas em breve vou fazer um "antes e depois" e posso de mandar as fotos de como elas ficaram.
Legal ver nossa história sendo divulgada pela net, quem sabe isso não inspira mais e mais pessoas a serem otimistas como o Oscar e saber aproveitar as oportunidades!
Beijos
Marco
Bacana o post, Elenara!
ResponderExcluirO Marco leva mesmo jeito para a coisa, com muita consciência ecológica, conseguiu aproveitar quase todo o madeirame existente. Do telheiro aos batentes, tudo foi utilizado. Foram feitos balcões, bancos, degraus, o tampo da mesa...
O casal já está "acampando" por lá, mesmo sem terminar completamente os acabamentos. na foto o Marco aparece com o Isaías, serralheiro de mão cheia e amigo da gente.
Oscar