A cidade que não te vê: quando o espaço urbano envelhece mais rápido do que aprende
Há uma cena que se repete em muitas de nossas cidades com uma regularidade que incomoda. Uma pessoa idosa para na esquina, olha para os dois lados, e espera. E muitas vezes o sinal já abriu. Ela espera porque sabe, por experiência acumulada no corpo, que o tempo de travessia não foi feito para o seu passo. Ela aprendeu a calcular antes de sair de casa. Calcular nas calçadas. E calcular mais uma vez, nas esquinas, enquanto os carros aguardam com uma impaciência que não se disfarça. As engrenagens e buzinas que o digam. Essa cena dura talvez trinta segundos. Ela não costuma aparecer em nenhum relatório de mobilidade urbana. E é justamente por isso que precisamos falar. A hostilidade que afasta Existe um tipo de arquitetura hostil que já se fala bastante: o banco com divisória no meio para impedir que alguém deite, o piso pontiagudo embaixo do viaduto, a cerca elétrica que delimita o que é de quem. São dispositivos que dizem, sem ambiguidade, você não pode ficar aqui...






muito legal!!!
ResponderExcluirAbrs
Luiz
muito legal!!!
ResponderExcluirAbrs
Luiz
I will publish in London and loved this very cool idea parabens architects
ResponderExcluirsem criatividade!
ResponderExcluirCaro Anônimo, a criatividade nasce de cada um, sabendo como fazer é só colocar a cabeça a funcionar. Abraços
ResponderExcluirLegal é fazermos o negocio na prática, e não ficar copiando na net como se todos usuarios fossem debeis mental, cansei de ver essa garrafinha decorada, não me leve a mau, mas quem pesquisa fica PUTO da vida!
ResponderExcluirhttp://www.google.com.br/search?q=horta+caseira&hl=pt-BR&safe=off&tbo=d&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oTeMUKSxNuSn0AHvpYGIAQ&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=768&bih=929
ResponderExcluirHá várias alternativas interessantes, uma pesquisa basica ajuda bastante. E há outros materiais além da garrafa pet. Abraços