Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Lâmpadas ESL : Substitutas das incandescentes ?


Até 2014 as lâmpadas incandescentes devem sair das lojas americanas e tendem a ser mais uma tecnologia que vai ficar na memória. Para substitui-la a empresa Vu1 Corporation anuncia a lâmpada refletora R30 Electron Stimulated Luminescence (ESL) que deve entrar no mercado a partir de 2011.


  • Vantagens da tecnologia ESL:não contém mercúrio e a gente não precisa se preocupar quando quebram como acontece com as fluorescentes.
  • Não exigem descarte especial para reciclagem.
  • Custo mais barato que as LEDs
  • Vida útil de mais de 10 mil horas. Embora durem quase 25% menos que as LEDs, ainda assim são 70% mais eficientes que as incandescentes.
  • Produzem luz muito similar à das incandescentes de 65 Watts.
Segundo a Forbes, a tecnologia usa elétrons acelerados para estimular a geração de luz, fazendo a superfície da lâmpada acender. Isso permite a mesma qualidade de iluminação de uma incandescente, mas sendo 70% mais eficiente energeticamente, e durando cinco vezes mais, contribuindo para a redução das emissões de gases do efeito estufa.

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