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Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Luz do dia em qualquer lugar? Mesmo no porão?

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Uma imagem sempre marcante na história da arquitetura e dos prédios é luz entrando. E é também um dos desafios mais instigante a resolver em projetos e reformas. Como trazer a luz do dia para dentro de alguns espaços ? Pois agora existe um estudo para desenvolver um sistema de luz do dia sintética usando LEDs. Seu nome é CoeLux e é projeto do físico Paolo Di Trapani, da Universidade de Insubria.   Olhando as fotos parecem renders de projetos arquitetônicos, aquelas maquetes visuais que a gente apresenta aos clientes e que aceitam tudo. Mas não. São mostras de que esse sistema pode realmente simular não apenas a luz, mas todo o seu movimento pelo céu, reproduzindo inclusive cenas como se estivéssemos no mediterrâneo por exemplo.   Dizem os fabricantes que a luz gerada por esse sistema se aproxima muito da natural, sendo uma luz dita quente. Como fazem isso? "Usando materiais nanoestruturados - materiais fabricados com saliências, rugosidades ou outras carac...

Árvore da Esperança

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Uma instalação para gerar uma discussão sobre os danos ambientais e de como as vezes nos esquecemos deles em nossas escolhas diárias. Foi exibido no Tokyo Designers Week 2010 e foi chamada de Árvore da Esperança. A Hope Tree foi construída com 670 painéis de papel auto portantes que foram reforçados em uma forma de caixa para garantir a sua rigidez. A instalação foi iluminada com LEDs o que garantiu que fosse mais econômica em termos de gastos de energia. A união das caixas de papel com a iluminação garantiu um efeito bem interessante que garantiu a imersão das pessoas que estavam na mostra.  É interessante observar como a iluminação muda o ambiente, parece torna-lo maior e mais imaterial, quase de sonho. Uma proposta com materiais simples e com um belo objetivo. Gostei. Projeto do Studio 24d Fonte

E o ano começa ao redor do mundo

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Toda passagem tem os seus rituais. Os do Novo Ano para mim começam com imagens das festas ao redor do mundo. Tenho quatro que são marcantes. A minha primeira imagem de todo ano novo começa por um ícone da Arquitetura. A Opera de Sidney, à luz dos fogos, mostrando que já é novo ano lá na Austrália enquanto aqui mal começamos o almoço da véspera. Essa foto me chamou a atenção porque é um ângulo todo especial desse prédio e me lembrou o Pão de Açúcar. Viagem minha? A Austrália deixou de ser um local distante e exótico para ser o local onde moram o Gustavo, a Aninha, o Pedro e o Marco, nossos multinacionais parentes- uma família gaúcho-mimeira- aussie. É quase uma segunda pátria de tanta gente conhecida que já morou por lá... Passagem do Ano em Sidney Com o advento da TV a cabo, me acostumei a seguir a passagem também na Europa, ao vivo. E um local que sempre me marcou foi a passagem em Madrid. Talvez pelo simbolismo do relógio na Praça do Sol. Essa praça é um simpático local...

Lâmpadas ESL : Substitutas das incandescentes ?

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Fonte: Forbes - 22.11.2010 Até 2014 as lâmpadas incandescentes devem sair das lojas americanas e tendem a ser mais uma tecnologia que vai ficar na memória. Para substitui-la a empresa Vu1 Corporation anuncia a lâmpada refletora R30 Electron Stimulated Luminescence (ESL) que deve entrar no mercado a partir de 2011. Vantagens da tecnologia ESL:não contém mercúrio e a gente não precisa se preocupar quando quebram como acontece com as fluorescentes. Não exigem descarte especial para reciclagem. Custo mais barato que as LEDs Vida útil de mais de 10 mil horas. Embora durem quase 25% menos que as LEDs, ainda assim são 70% mais eficientes que as incandescentes. Produzem luz muito similar à das incandescentes de 65 Watts. Segundo a Forbes, a tecnologia usa elétrons acelerados para estimular a geração de luz, fazendo a superfície da lâmpada acender. Isso permite a mesma qualidade de iluminação de uma incandescente, mas sendo 70% mais eficiente energeticamente, e durando cinco ...