Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

Imagem
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Facebook


Pois é...estava lendo esse artigo agora e pensei cá comigo: eu não. E olhem que sou bem adepta de novidades e redes sociais. Entro em quase todas e algumas viraram mania em alguma época. Blogs, Fotologs, Flickr, Orkut, Twitter. E mais algumas outras como o SKOOB.

Blogs sempre foram bom para guardar novidades e assuntos que me interessam. Servem como um baú virtual. Fotologs uso para união e encontro familiar. É um meio fantástico de se visitar os parentes a toda hora. Temos fotologs da familia e comemoramos aniversários, nascimentos e crescimentos. O Flickr me ajuda a conhecer pessoas e o mundo através de fotos. O orkut era tri bom para xeretear a vida alheia. Coisa feia, mas quem nunca quis ver como aquele antigo namorado ficou depois de vinte ou trinta anos ???

O Twitter foi bom no inicio. Compartilhar navegação com pessoas interessantes. Até ser descoberto e virar um amontado de egos a procura de seguidores. Mas ainda é um local legal para falar sozinho, achar que está falando para o mundo e ser escutando por uma nata ( e é essa nata de pessoas que me faz continuar por lá).

Mas confesso que o tal de Facebook não me pegou. Nem as suas fazendinhas. E nem consigo ver o que tem de tão diferente e viciante. Entro sim, vejo alguma coisa, mas nunca me fisgou. Interessante.

Comentários

Postar um comentário

Sua opinião é super importante para nós ! Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas nos comentários. Links comerciais serão automaticamente excluídos

Postagens mais visitadas deste blog

DIREITO À PAISAGEM

Processo da Arquitetura

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós