Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Facebook


Pois é...estava lendo esse artigo agora e pensei cá comigo: eu não. E olhem que sou bem adepta de novidades e redes sociais. Entro em quase todas e algumas viraram mania em alguma época. Blogs, Fotologs, Flickr, Orkut, Twitter. E mais algumas outras como o SKOOB.

Blogs sempre foram bom para guardar novidades e assuntos que me interessam. Servem como um baú virtual. Fotologs uso para união e encontro familiar. É um meio fantástico de se visitar os parentes a toda hora. Temos fotologs da familia e comemoramos aniversários, nascimentos e crescimentos. O Flickr me ajuda a conhecer pessoas e o mundo através de fotos. O orkut era tri bom para xeretear a vida alheia. Coisa feia, mas quem nunca quis ver como aquele antigo namorado ficou depois de vinte ou trinta anos ???

O Twitter foi bom no inicio. Compartilhar navegação com pessoas interessantes. Até ser descoberto e virar um amontado de egos a procura de seguidores. Mas ainda é um local legal para falar sozinho, achar que está falando para o mundo e ser escutando por uma nata ( e é essa nata de pessoas que me faz continuar por lá).

Mas confesso que o tal de Facebook não me pegou. Nem as suas fazendinhas. E nem consigo ver o que tem de tão diferente e viciante. Entro sim, vejo alguma coisa, mas nunca me fisgou. Interessante.

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