O espaço que envelhece com você: o que a arquitetura tem a ver com os seus próximos 30 anos

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Imaginemos uma manhã comum em qualquer cidade por aí: alguém acorda, vai ao banheiro no escuro, tropeça no batente que nunca incomodou tanto antes, segura a parede porque não há barra de apoio, e pensa que está ficando velho. Não está. Está vivendo num espaço que nunca foi pensado para o corpo que ele tem hoje. Esse é o ponto que me interessa. Envelhecer todos (os que tiverem sorte) vão. Mas até que ponto a arquitetura ignora estes processos? As projeções nos dizem que o Brasil vai ter 58 milhões de pessoas com mais de 60 anos em 2060. E o que estamos construindo para receber esse contingente? Apartamentos com corredores de 80 centímetros. Banheiros onde dois adultos mal conseguem se virar. Entradas sem rampas. Calçadas que parecem ter sido projetadas para testar equilíbrio. A cidade, como eu costumo repetir por aqui, nunca te viu. E a maioria dos lares também não. "Aging in place" não é um conceito de design escandinavo importado para Instagram. É o direito de permanecer no ...

Facebook


Pois é...estava lendo esse artigo agora e pensei cá comigo: eu não. E olhem que sou bem adepta de novidades e redes sociais. Entro em quase todas e algumas viraram mania em alguma época. Blogs, Fotologs, Flickr, Orkut, Twitter. E mais algumas outras como o SKOOB.

Blogs sempre foram bom para guardar novidades e assuntos que me interessam. Servem como um baú virtual. Fotologs uso para união e encontro familiar. É um meio fantástico de se visitar os parentes a toda hora. Temos fotologs da familia e comemoramos aniversários, nascimentos e crescimentos. O Flickr me ajuda a conhecer pessoas e o mundo através de fotos. O orkut era tri bom para xeretear a vida alheia. Coisa feia, mas quem nunca quis ver como aquele antigo namorado ficou depois de vinte ou trinta anos ???

O Twitter foi bom no inicio. Compartilhar navegação com pessoas interessantes. Até ser descoberto e virar um amontado de egos a procura de seguidores. Mas ainda é um local legal para falar sozinho, achar que está falando para o mundo e ser escutando por uma nata ( e é essa nata de pessoas que me faz continuar por lá).

Mas confesso que o tal de Facebook não me pegou. Nem as suas fazendinhas. E nem consigo ver o que tem de tão diferente e viciante. Entro sim, vejo alguma coisa, mas nunca me fisgou. Interessante.

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