Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Tijolos vermelhos podem armazenar energia segundo pesquisa americana


Casas de tijolos são das memórias mais antigas de nosso repertório arquitetônico. Material relativamente barato, fácil de ser produzido e agora com mais uma utilidade. Uma pesquisa da Universidade Washigton em St Louis, nos Estados Unidos, descobriu que eles podem também baterias para reter eletricidade.


Os tijolos são revestidos por um polímero condutor, chamado de PEDOT, composto por nanofibras que penetram na parte interna do tijolo. O pigmento vermelho, o óxido de ferro, se encarrega da reação que armazena e conduz a eletricidade.   

Segundo o site Material District, "com 50 tijolos carregados por células solares , a iluminação de emergência poderia ser alimentada por 5 horas. Os tijolos podem ser recarregados quase indefinidamente."

Foto: Laboratório D'Arcy

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