Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Cabana refúgio aberta para a natureza

Studio ACAA

Uma tiny house ou cabana minúscula que vi no DWELL me chamou a atenção pela leveza da estrutura ao mesmo tempo que abre o interior à luz. Não achei muitos detalhes a respeito, creio que faz parte do projeto Ochoalcubo de 2014, uma iniciativa que reuniu vários arquitetos. Essa cabana é projeto do arquiteto chileno Guillermo Acuña, do stúdio ACAA e professor da Universidade Católica do Chile. 

Studio ACAA
Studio ACAA

Studio ACAA
Fotos de Cristóbal Palma


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