Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Banco em madeira com assento em vidro moldado


Acho fascinante o processo de transformação do vidro, a matéria que passa pelo fogo, assume formas, vai se moldando até atingir o ponto exato que a mente criativa concebeu. Por isso quando vi este vídeo de um Workshop da Escola de Design da WantedDesign, em 2016, no Brooklyn, Nova York, do que o designer Maxime-Louis -Courcier chamou de "brincadeira" fiquei encantada.




Ele e sua equipe trabalham com dois materiais de diferentes forças. Um volátil, fluído e difícil de moldar, o vidro. Outro mais duro, rígido, porém mais fácil de trabalhar. O que resulta dessa união? É o que vemos nos bancos em tudo inquietantes.

Objetos utilitários? Talvez nem tanto. Belos? Sem dúvida. Instigantes, com certeza!





Veja aqui uma postagem sobre vidro líquido e suas aplicações.


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