Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Rede de pesca reciclada vira luminária

Um grande problema a causar poluição nos mares são as redes de nylon. Já falei sobre uma forma de reaproveitamento em forma de objetos em De redes fantasmas a conchas. Agora soube de um novo projeto, dos designers portugueses André Teoman e Ana Rita Pires, chamado RE_DE, que dá um novo uso ao material descartado na forma de luminárias.

O nome do projeto faz um jogo com as palavras rede (que também denomina a web) com o prefixo RE para demarcar uma ação repetida. Reusar, reciclar estão no foco de muitos projetos que se preocupam com o excessivo uso de materiais e o seu correto descarte.

Usando os fios de nylon das redes que coletaram nas praias, os designers as teceram com outros plásticos e formaram dois tipos de luminárias: horizontais e verticais.



Fotos e Video - AT Studio

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