Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Recarregando o celular ao andar no piso de sua casa

Já pensaram que maravilha? O piso de sua casa e/ou escritório ser capaz de gerar energia e aproveitar o movimento natural que fazemos ao ir e vir? 

Já existem vários exemplos, eu sei, mas pesquisadores da Universidade Wisconsin-Madison (EUA) pensaram numa maneira de simplificar esse processo e torna-lo mais amigável e barato.

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Como? Usando a polpa de madeira. O fenômeno é chamado de triboelétrico. E é possível, usando compostos químicos adequados, gerar carga elétrica quando as nanofibras de celulose assim tratadas entram em contato com outras fibras que não receberam tratamento. 
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Os pesquisadores dizem que seria possível alimentar lâmpadas LED e recarregar celulares com um relativo baixo custo e que a vida útil possa superar à do próprio material.
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O que acharam? Eu achei que tem potencial.

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