Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Arquitetando na nuvem e com nuvens

Nunca na história da humanidade a nuvem esteve tão em foco. Ela é, hoje, mais que indício de tempo ou refúgio de quem quer ficar ao leo, deitado numa rede, simplesmente olhando o céu. Hoje as nuvens guardam a memória de milhões de pessoas: seus dados, suas fotos, sua vida.

Nuvens virtuais. Uma das evoluções tecnológicas que mais me impactaram é o aumento da capacidade de armazenamento. Os primeiros computadores que trabalhei eram super precários. Qualquer programa ou foto mais pesada geravam uma angustia imensa de como guardar aquilo. Foram surgindo os pentes de memória, os HDs externos e a....nuvem.

Hoje tudo vai para a nuvem. Tiro uma foto ou faço um vídeo no meu smartphone e ela já está na nuvem de onde posso acessar por qualquer terminal ou meio que a alcance. 

Surgem outros dramas: organizar a nuvem. Sim, porque é lindo ter tudo guardado, mas é um drama tentar achar algo específico no meio de milhões de outros dados nas nuvens virtuais. Organização é cada vez mais necessária. Por mais que os mecanismos de busca fiquem refinados, mesmo assim, é preciso um sistema para que se ache aquela informação relevante. Mais ou menos como o cérebro da gente que vai ficando atulhado e, se não temos um memória fotográfica, às vezes levamos horas para lembrar de algo que sabemos saber. Só não lembramos.

Mas  e as nuvens? Sendo assim tão importantes e ao mesmo tempo tão simpáticas é justo que estejam em nossas casas, nos brindando com os seus formatos de flocos de algodão e sua delicada presença. Vamos ver alguns exemplos de como usá-las? 

Nos quartos de bebê são sempre bem vindas. Encantam e servem para qualquer tipo de ambientação .

Um dos usos mais populares das nuvens são nas luminárias. E muitas são DIY ( o famoso feito por mim). Afinal uma forma e fitas luminosas e está feita a festa. Ou a nuvem luminosa. 
Outro exemplo de luminária onde as luzes caem como gotas de chuva da nuvem e criam um belo efeito. 
Nos revestimentos de paredes, sejam em papéis ou em adesivos, as nuvens ficam muito bonitas. 

Mesmo em locais onde aparentemente não se espera uma brincadeira, ela aparece como elemento de foco e cai super bem. 

Em divertidas cabeceiras de cama as nuvens também marcam presença.

E porque não usá-las recordando seu formato mais verdadeiro. Um painel fotográfico mimetiza um céu cheio delas em uma sala. E se o orçamento permitir, um grande tela pode reproduzir a sua passagem para que possamos sentar no sofá da sala e brincar de ver formas no céu. 
Há muitas e muitas maneiras de usar as nuvens. Arquitete a sua.


Fonte das imagens -  pinterest nuvens

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